Acadêmicos do Salgueiro

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Acadêmicos do Salgueiro

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro é uma escola de samba, das mais populares do Rio de Janeiro, atualmente está sediada na Rua Silva Teles, no bairro do Andaraí.1 . Anteriormente era sediada na Rua dos Junquilhos, no bairro da Tijuca, então originária do Morro do Salgueiro.

Trata-se de uma das escolas que compunhava o grupo das "quatro grandes" ao lado de Império Serrano, Portela e Mangueira. Até meados dos anos 70, somente estas escolas atingiram o título de Campeã do Carnaval do Rio de Janeiro, revezando-se entre elas próprias. Este bloqueio foi furado a partir de 1976, quando a Beija-Flor de Joãosinho Trinta, o então carnavalesco bicampeão e recém-saído do próprio Salgueiro, levou a escola de Nilópolis ao seu primeiro título.

Ficha técnica 2017

Salgueiro
Escola-madrinha Mangueira
Informações gerais
Presidente Regina Celi
Carnavalesco Renato Lage e Márcia Lage
Interpretes oficiais Serginho do Porto
Leonardo Bessa
Xande de Pilares
Diretor de carnaval Alexandre Couto
Diretor de harmonia Jô Calça Larga
Diretor de bateria Mestre Marcão
Rainha de bateria Viviane Araújo
Mestre-sala e porta-bandeira Sidcley e Marcella Alves
Coreógrafo Hélio Bejani

História

Entrada da quadra do Salgueiro.

A escola de samba Acadêmicos do Salgueiro surgiu através da fusão de duas escolas tradicionais do Morro do Salgueiro. O morro recebeu este nome em referência ao comerciante e dono de uma fábrica de conservas na Rua dos Araújos, na Tijuca, Domingos Alves Salgueiro que era também proprietário de 30 barracos no local. Com o tempo, o português virou referência e designação do morro, que passou a ser conhecido como morro do “seu Salgueiro”. Isso bastou para batizar o morro como o Morro do Salgueiro.

O morro chegou a abrigar mais de dez blocos, como o Capricho do Salgueiro, Flor dos Camiseiros, Terreiro Grande, Unidos da Grota e Voz do Salgueiro. Todos com um grande número de componentes que desciam do morro para brincar na Praça Saenz Peña e nas famosas batalhas de confete da Rua Dona Zulmira. Foi no morro que, nos anos 30, Dona Alice Maria de Lourdes do Nascimento, conhecida com Dona Alice da Tendinha, passou a organizar um corpo de jurados para premiar os blocos que desfilavam no morro. A cada ano o desfile ficava mais famoso na cidade, devido a qualidade dos sambas feitos no Salgueiro.

Os diversos blocos do morro resolveram se unir e formaram três escolas distintas: Unidos do Salgueiro, simbolizado pelo azul e rosa, a Azul e Branco e a alviverde Depois Eu Digo. A escola de samba Azul e Branco teve como figuras principais Antenor Gargalhada, o português Eduardo Teixeira, e o italiano Paolino Santoro, o Italianinho do Salgueiro. A Unidos do Salgueiro foi formada pela união de dois dos mais importantes blocos do morro: Capricho do Salgueiro e Terreiro Grande. Reunindo um grupo de sambistas talentosos, a Depois Eu Digo se transformou em escola de samba em 1934 e abrigava em suas fileiras nomes como Pedro Ceciliano, o Peru, Paulino de Oliveira, entre outros.

Nas três escolas surguram talentosos compositores, verdadeiros gênios musicais, como Geraldo Babão, Guará, Duduca, Geraldo, Antenor Gargalhada e Djalma Sabiá. Foram as canções deles que fizeram com que o Salgueiro passasse a ser respeitado por todas as demais escolas de samba.

Porém, mesmo com a qualidade de seus compositores, as três escolas do Salgueiro não conseguia ameaçar o predomínio das maiores escolas de então – Mangueira, Portela e Império Serrano. No desfile de 1953 a melhor escola do morro foi a Unidos do Salgueiro, que ficou em sexto lugar. Logo após o resultado, muitos sambistas começaram a se colocar contra a divisão de forças no morro. Foi então que, no sábado, Geraldo Babão desceu o morro pedindo a união das três escolas.

Depois de algumas reuniões em que foram decididos o nome e as cores da nova escola do morro, em 5 de março de 1953, os componentes da Depois Eu Digo e da Azul e Branco se uniram fundaram o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro, com as cores vermelho e branco. A Unidos do Salgueiro desapareceu anos depois e seus integrantes se juntaram aos Acadêmicos do Salgueiro.

O primeiro presidente do Salgueiro foi Paulino de Oliveira e nos anos que se seguiram, a escola ousou ao tratar de enredos que colocassem os negros em destaque, e não como figurantes. É exemplo marcante desse novo estilo, Navio Negreiro (1957). Mas foi em 1958, sob a presidência de Nélson Andrade, que a agremiação adotou o lema que traz até hoje: nem melhor, nem pior, apenas uma escola diferente. Foi Nélson Andrade o responsável pela ida do carnavalesco Fernando Pamplona para o Salgueiro, em 1960, dando início a uma grande mudança no visual da escola. Pamplona criou uma equipe formada por ele, o casal Dirceu e Marie Lousie Nery, Arlindo Rodrigues e Nilton Sá, revolucionou a estética dos desfiles das escolas de samba.Essa tendência foi reforçada com a chegada de Fernando Pamplona e, posteriormente, de Arlindo Rodrigues, que resgataram personagens negros que enriqueceram a história do Brasil, embora fossem pouco retratados nos livros escolares, como Zumbi dos Palmares (Quilombo dos Palmares - 1960), Xica da Silva (Xica da Silva - 1963) e Chico Rei (Chico Rei - 1964).

Na década de 1970, a escola consagra o jovem artista plástico Joãosinho Trinta, que foi aluno de Pamplona, nos memoráveis desfiles de 1971 Festa para um Rei Negro (samba composto por Zuzuca, tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual obtém seu 5º título) e o bicampeonato em 74/75 com Rei de França na Ilha da assombração (samba composto em 1974 por Zé Di e Malandro tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta que lhe rendeu seu 6º título do carnaval carioca) e As minas do rei Salomão (samba composto em 1975 por Nininha Rossi, Dauro Ribeiro, Zé Pinto e Mário Pedra e tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual conquistou seu 7º título).

Em 1978 entre as 10 escolas de samba no Grupo Principal, Salgueiro termina na sexta colocação e escapa por pouco do rebaixamento, a uma posição de Império Serrano.

Nos anos 1980 a escola amarga uma série de insucessos, disputas internas causaram afastamento de salgueirenses históricos e vê a ascensão de escolas como: Beija-Flor, Imperatriz e Mocidade Independente, cujos desfiles eram confeccionados por ex carnavalescos do Salgueiro, como Joãosinho Trinta, Arlindo Rodrigues e Rosa Magalhães.

O jejum de títulos é quebrado em 1993 com o surpreendente Peguei um Ita no Norte, de Mário Borriello e composto por: Demá Chagas, Arizão, Celso Trindade, Bala, Guaracy e Quinho, sendo esse desfile foi responsável por um dos momentos mais inesquecíveis do carnaval carioca e por um dos melhores samba-enredo que a Sapucaí ouviu.

Nos últimos anos seu carnaval foi feito pelo carnavalesco Renato Lage que foi discípulo de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Com a morte dos patronos Maninho13 e Miro Garcia, a vermelho-e-branca precisou mais do que nunca se unir para apresentar um grande desfile com o enredo Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga. O desafio foi vencido. O excelente desenvolvimento do enredo de Renato Lage e Márcia Lavia contava a história e a importância do fogo para a humanidade. A plástica do tema iluminou os carnavalescos a criarem um belíssimo trabalho de cores quentes e formas originais inspirados no elemento. O Salgueiro desfilou com uma garra que há muito tempo não se via. Exceto por problemas em duas alegorias, que tiveram dificuldade de passar pelas árvores não podadas da Presidente Vargas, a escola foi extrema em sua excelência e incendiou a avenida, credenciando-se ao título. Porém, na abertura dos envelopes, apenas a 5ª colocação foi reservada à escola.

Golpe maior a escola sofreria no ano seguinte, quando levou para a avenida o enredo Microcosmos, o que os olhos não veem, o coração sente, criado por Renato Lage e Márcia Lávia. Já contando com a estrutura do barracão na Cidade do Samba, a escola sentiu o peso de abrir o desfile do Grupo Especial, com um público ainda frio e pouco receptivo. O resultado final foi a 11ª colocação, a pior da história do Salgueiro.

Para se reerguer, em 2007 o Salgueiro foi em busca de suas raízes para encontrar, na África Oriental, a história das Candaces, rainhas negras que governaram o Império Meroe, sete séculos antes de Cristo. Tudo pareceu perfeito para mais uma vitória - ou pelo menos o vice-campeonato. A escola fez um desfile brilhante e saiu aclamada pelo público16 e pela imprensa como postulante ao título17 . Essa expectativa durou apenas até a leitura das primeiras notas, na quarta-feira de cinzas. Inexplicavelmente os jurados deram notas baixas à escola. Afastada da luta pelo campeonato, o Salgueiro terminou a apuração em 7º lugar. Em 2008, falando sobre a cidade do Rio de Janeiro, o Salgueiro conquista o vice-campeonato.

Após o vice-campeonato, o Salgueiro realizou eleições para a escolha da diretoria executiva, responsável pelo comando da escola no triênio 2008-2010. A vencedora foi a candidata da situação, Regina Celi, segunda mulher na história a presidir a escola.

Para 2009, a escola escolheu o enredo Tambor de Renato Lage. O samba enredo vencedor foi composto por Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite. Graças a a esse enredo, o Salgueiro ganhou o campeonato deste ano, com um ponto de diferença da vice Beija-Flor e quebrando um jejum que durava 16 anos.

Para o carnaval de 2010, o Salgueiro desenvolveu com o carnavalesco Renato Lage, o enredo "Histórias sem fim" contado a história do livro, que vem da Antiguidade até os tempos modernos. no entanto terminou a apuração na 5º colocação.

Em 2011, o Salgueiro contou a história do cinema no Rio de Janeiro . O enredo foi desenvolvido por Renato Lage e com a volta de sua mulher, Márcia Lage. Além disso a direção resolveu fazer igual a escola-madrinha, com 3 intérpretes: com efetivação de Leonardo Bessa e Serginho do Porto, que antes eram apoio do carro de som, ao lado de Quinho. Ronaldinho que estava na escola a 10 anos, foi substituido24 por Sidcley, ex-mestre sala da Grande Rio. Maz fez um de seus piores desfiles, com problemas na entrada de três grandes carros, congestionamentos de alegorias na dispersão, comprementendo sua evolução e, principalmente, gerando uma punição de 1 ponto pelo estouro do tempo máximo em 10 minutos. Mesmo assim, a escola terminou na 5ª colocação, voltando para o desfile das campeãs. No ano de 2012 a escola levou para a avenida o enredo "Cordel branco e encarnado" falando sobre a literatura do nordeste25 26 e foi a vice-campeã do carnaval, ficando a apenas dois décimos da campeã Unidos da Tijuca.

Em 2013, a escola apresentou na Marquês de Sapucaí o enredo "Fama", no qual foi patrocinado pela revista Caras. A agremiação foi a 2ª escola a desfilar no primeiro dia de desfiles (Domingo). tendo Xande, do Grupo Revelação como participação especial, integrando junto com Quinho, Leonardo Bessa e Serginho do Porto27 . O desfile foi sem erros porém não empolgou o público presente no sambódromo28 . Devido a rigorosidade dos jurados nesse ano muitas escolas, incluindo a vermelho e branca, não obtiveram muitas notas "Dez". Porém, devido ao equilíbrio das escolas, o Salgueiro conseguiu a 5ª colocação credenciado-a ao Desfile das Campeãs.

No último dia 29 de abril, a Academia do Samba anunciou seu enredo para 2014: "Gaia: A vida em nossas mãos". Após cinco anos do carnaval campeão "Tambor", o Salgueiro retoma a estética afro tão associada à sua história. O enredo abordou a criação do universo sob a ótica da lenda africana de Olorum, com um toque de apelo pela sustentabilidade nos dias atuais (um desejo já demonstrado pelos orixás em suas lendas e ideais)29 30 . Nas redes sociais, a manifestação dos torcedores tem sido bastante positiva, uma vez que o Salgueiro sempre se sai muito bem ao abordar temas sobre a cultura afro-brasileira. e Xande, do Grupo Revelação, junto com compositores experientes, vencedores na escola. como: Dudu Botelho e Marcelo Motta. tendo sido o samba desse ano31 . O desfile estava lindo e as arquibancadas cantavam junto o samba enredo "Meu samba vai tocar seu coração...". O desfile recebeu vários prêmios como o estandarte de ouro de melhor escola, melhor samba e melhor bateria, injustamente o Salgueiro consagrou-se vice campeã com uma diferença de apenas 1 décimo da campeã Unidos da Tijuca.

Em mais um pleito, Regina Celi sagrou novamente presidenta da Academia32 33 , como candidata única, após sere, constatadas irregularidades nas chapas de Fú, e do intérprete Quinho.34 . A chapa de Quinho foi considerada uma surpresa,35 sendo mal-recebida por muitos salgueirenses simpatizantes de Regina. Após a reeleição da presidente, foi confirmado o afastamento do cantor. A escola renovou contrato com o carnavalesco Renato Lage para o carnaval 20 No dia 03/06/2014 foi confirmado que falará sobre a culinária mineira no Carnaval de 2015.

Segmentos

Presidentes

Nome Mandato
Paulino de Oliveira 1955-1956
Nelson de Andrade 1956-1958
Manoel Carpinteiro 1958-1960
José Nicolau Nachef 1960
Mário Pinheiro 1960-1962
Osmar Valença 1962-1976
China Cabeça Branca 1976
Moacyr Lord 1976-1978
Osmar Valença 1978-1981
Sillos de Oliveira 1981-1982
Régis Cardoso 1982-1984
Milton de Souza 1984-1986
Elizabeth Nunes 1986-1988
Miro Garcia 1988-1993
Waldemir Paes Garcia (Maninho) 1993-1994
Paulo César Mangano 1994-2000
Luiz Augusto Duran (Fú) 2001-2008
Regina Celi 2008-atual

Rainhas de bateria

Nome Período
Ana Cláudia Soares 2004
Carol Castro 2005-2006
Gracyanne Barbosa 2007
Viviane Araújo 2008-atual

Enredos

Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco(s) Intérprete(s)
1954 3°lugar 1 Romaria à Bahia Hildebrando de Moura Djalma Sabiá
1955 4°lugar 1 Epopéia do samba Hildebrando de Moura Djalma Sabiá
1956 4°lugar 1 Brasil, fontes das artes Hildebrando de Moura Djalma Sabiá
1957 4°lugar 1 Navio negreiro Hildebrando de Moura Djalma Sabiá
1958 4°lugar 1 Um século e meio de progresso a serviço do Brasil Hildebrando de Moura Djalma Sabiá
1959 Vice-Campeã 1 Viagem pitoresca através do Brasil - Debret Marie Louise e Dirceu Néri Djalma Sabiá
1960 Campeã 1 Quilombo dos Palmares Fernando Pamplona Noel Rosa de Oliveira
1961 Vice-Campeã 1 Vida e obra de Aleijadinho Fernando Pamplona Noel Rosa de Oliveira
1962 3°lugar 1 O Descobrimento do Brasil Arlindo Rodrigues Noel Rosa de Oliveira
1963 Campeã 1 Xica da Silva Arlindo Rodrigues Noel Rosa de Oliveira
1964 Vice-Campeã 1 Chico-Rei Fernando Pamplona Noel Rosa de Oliveira
1965 Campeã 1 História do carnaval carioca - Eneida Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues Jorge Goulart
1966 5°lugar 1 Os amores célebres do Brasil Clóvis Bornay Jorge Goulart
1967 3°lugar 1 História da liberdade no Brasil Fernando Pamplona Jorge Goulart
1968 3°lugar 1 Dona Beja, a feiticeira de Araxá Fernando Pamplona Jorge Goulart
1969 Campeã 1 Bahia de todos os deuses Fernando Pamplona Elza Soares
1970 Vice-Campeã 1 Praça XI carioca da gema Fernando Pamplona Noel Rosa de Oliveira
1971 Campeã 1 Festa para um rei negro Fernando Pamplona Zuzuca
1972 5°lugar 1 Nossa madrinha, Mangueira querida Fernando Pamplona Zuzuca
1973 3°lugar 1 Eneida, amor e fantasia Maria Augusta e Joãosinho Trinta Alaíde Costa e Zé Di
1974 Campeã 1 O Rei da França na ilha da assombração Joãosinho Trinta Laíla
1975 Campeã 1 O segredo das minas do rei Salomão Joãosinho Trinta Laíla
1976 5°lugar 1 Valongo Edmundo Braga Dinalva
1977 4°lugar 1 Do Cauim ao Efó, moça branca, branquinha Fernando Pamplona Ernesto Martins
1978 6°lugar 1 Do Yorubá à luz, a aurora dos deuses Fernando Pamplona Rico Medeiros
1979 6°lugar 1A O Reino encantado da mãe natureza contra o rei do mal Ivan Jorge Rico Medeiros
1980 3°lugar 1A O bailar dos ventos, relampejou, mas não choveu Ney Ayan e Jorge Nascimento Rico Medeiros
1981 5°lugar 1A Rio de Janeiro Geraldo Sobreira Rico Medeiros
1982 8°lugar 1A No reino do faz de conta José Félix Rico Medeiros
1983 8°lugar 1A Traços e troças Augusto Vannucci e Lan Rico Medeiros
1984 4°lugar 1A Skindô, Skindô Arlindo Rodrigues David Corrêa
1985 6ºlugar 1A Anos Trinta, Vento Sul - Vargas Edmundo Braga e Paulino Espírito Santo Rico Medeiros
1986 6º lugar 1 Tem que se Tirar da Cabeça Aquilo que Não se Tem no Bolso - Tributo a Fernando Pamplona Comissão de Carnaval Rico Medeiros
Ney Ayam, Mário Monteiro e Yarema Ostrower
1987 5ºlugar 1 E por que não? Renato Lage e Lílian Rabello Rixxah
1988 4ºlugar 1 Em Busca do Ouro Mário Monteiro e Chico Spinoza Rixxah
1989 5ºlugar 1 Templo Negro em Tempo de Consciência Negra Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares Rixxah e Rico Medeiros
1990 3ºlugar Especial Sou Amigo do Rei Rosa Magalhães Rico Medeiros
1991 Vice-Campeã Especial Me Masso se Não Passo pela Rua do Ouvidor Rosa Magalhães Quinho
1992 4º lugar Especial O Negro que Virou Ouro nas Terras do Salgueiro Mário Borriello Quinho
1993 Campeã Especial Peguei um Ita no Norte Mário Borriello Quinho
1994 Vice-Campeã Especial Rio de Lá para Cá Roberto Szaniecki Quinzinho
1995 5º lugar Especial O Caso do por Acaso Roberto Szaniecki Quinho
1996 5º lugar Especial Anarquistas Sim, Mas Nem Todos Fábio Borges Quinho
1997 7ºlugar Especial De Poeta, Carnavalesco e Louco… Todo Mundo tem um Pouco Mário Borriello Quinho
1998 7º lugar Especial Parintins, A Ilha do boi-bumbá: Garantido X Caprichoso, Caprichoso X Garantido Mário Borriello Quinho
1999 5º lugar Especial Salgueiro é Sol e Sal nos Quatrocentos Anos de Natal Mauro Quintaes Quinho
2000 6º lugar Especial Sou Rei, Sou Salgueiro, meu Reinado é Brasileiro Mauro Quintaes Wander Pires
2001 4ºlugar Especial Salgueiro no mar de Xarayés, é Pantanal, é Carnaval Mauro Quintaes Nêgo
2002 6ºlugar Especial Asas de um sonho, Viajando com o Salgueiro, O orgulho de ser brasileiro Mauro Quintaes Nêgo
2003 7ºlugar Especial Salgueiro, Minha Paixão, Minha Raiz - 50 Anos de Glórias Renato Lage e Márcia Lávia Quinho
2004 6ºlugar Especial A Cana que aqui se planta, tudo dá… Até energia. Álcool – o combustível do futuro Renato Lage e Márcia Lávia Quinho
2005 5ºlugar Especial Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga Renato Lage e Márcia Lávia Quinho
2006 11ºlugar Especial Microcosmos: O que os olhos não vêem o coração sente Renato Lage e Márcia Lávia Quinho
2007 7ºlugar Especial Microcosmos: O que os olhos não vêem o coração sente Renato Lage e Márcia Lávia Quinho
2008 Vice-Campeã Especial O Rio de Janeiro continua sendo… Renato Lage Quinho
2009 Campeã Especial Tambor Renato Lage Quinho
2010 5º lugar Especial Histórias sem fim Renato Lage Quinho
2011 5º lugar Especial Salgueiro Apresenta: O Rio no Cinema! Renato Lage e Márcia Lage Quinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa
2012 Vice-Campeã Especial Cordel Branco e Encarnado Renato Lage e Márcia Lage Quinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa
2013 5º lugar Especial Fama Renato Lage e Márcia Lage Quinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa
2014 Vice-Campeã Especial Gaia - a vida em nossas mãos Renato Lage e Márcia Lage Quinho, Serginho do Porto, Leonardo Bessa e Xande de Pilares
2015 Vice-Campeã Especial Do fundo do quintal, sabores e saberes na Sapucaí Renato Lage e Márcia Lage Serginho do Porto, Leonardo Bessa e Xande de Pilares
2016 4º lugar Especial A ópera dos malandros Renato Lage e Márcia Lage Serginho do Porto, Leonardo Bessa e Xande de Pilares
2017 Especial A divina comédia do Carnaval Renato Lage e Márcia Lage Serginho do Porto, Leonardo Bessa e Xande de Pilares


Endereço

Rua Silva Teles, 104 - Andaraí (Zona Norte) - Rio de Janeiro
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Eventos

  • Feijoada com Samba - A feijoada acontece todos os primeiros domingos de cada mês.
  • Ensaios - Todas as sábados, as 22:00

Mais informações

Barracão de Alegorias
  • Cidade do Samba - Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa, Rio de Janeiro
  • Telefone: (21) 2203-0897 / (21) 2223-1110

Escolas de samba do Rio de Janeiro 2017

Grupo Especial
Domingo: Paraíso do TuiutiGrande RioImperatrizVila IsabelSalgueiroBeija-Flor

Segunda: União da IlhaSão ClementeMocidadeUnidos da TijucaPortelaMangueira
Série A
Sexta: SossegoAlegriaViradouroImpério da TijucaParque CuricicaEstácioSanta Cruz

Sábado:RocinhaCubangoInocentesImpério SerranoUnidos de Padre MiguelRenascerPorto da Pedra
Série B
Terça: Vizinha FaladeiraCaprichososJacarezinhoCabuçuEngenho da RainhaTradiçãoLeãoPonteFavoEm Cima da HoraSanta MartaArameUnidos de Bangu
Série C
Segunda: Vila KennedyArrancoUnião de JacarepaguáBoca de SiriArrastãoLins ImperialVargensVigário GeralUnião de MaricáFlor da MinaCoroadoVila Santa TerezaSerenoLucas
Série D
Domingo: Alegria do VilarDendêVilla RicaMocidade da Cidade de DeusChatubaRosa de OuroManguinhosMocidade de InhaúmaNação InsulanaImpério da UvaMatriz de São JoãoDifícil é o NomeTupy de Brás de PinaCosmosAbolição
Série E
Sábado das Campeãs: Feitiço do RioAmarelinhoCosta VerdeUnidos do SalgueiroJardim BanguCabralMocidade de Vicente de CarvalhoBohêmios da CinelândiaEmbalo CariocaGatoImpério RicardenseChora na RampaColibriBoêmios de InhaúmaUnião de Vaz LoboDelírioAcadêmicos de MadureiraBoi da IlhaImpério da Zona Oeste
Outros

ResultadosEnsaios técnicosDiscografiaCampeãs (EspecialSérie A - B - C - D - E)