Sandbox:Violência no Rio de Janeiro

De WikiRio
Ir para: navegação, pesquisa

Taxa de homicídios no Rio é a menor em 30 anos Publicada em 02/01/2010 às 22h20m O Globo

RIO - O número de homicídios no Estado do Rio caiu 14,4% de setembro a novembro, em relação ao ano passado, reduzindo a taxa para 36 mortes por cem mil habitantes, a menor dos últimos 30 anos, mostra reportagem deste domingo do GLOBO. Os números oficiais deverão ser divulgados na segunda-feira pelo Instituto de Segurança Pública.

Encorajado com os primeiros resultados de seu plano de metas contra a violência - que conseguiu, após seis meses de implantação, reverter a tendência de aumento registrada nos primeiros três anos de sua administração, o governador Sérgio Cabral disse que a meta é reduzir o índice em 6% por semestre. A taxa ficaria em 23 mortes por cem mil habitantes até 2014, alcançando a média nacional.

Esta meta levaria o estado aos índices de violência do início da década de 80. Para alcançar esse resultados, a Secretaria de Segurança inaugura em janeiro a nova Divisão de Homicídios, ampliando a equipe de 80 para 250 policiais e avocando para lá todos os assassinatos que ocorrerem no estado. Uma nova tropa de elite, com 360 policiais em 180 motocicletas, patrulhará a cidade seguindo a mancha criminal.

O governador atribui a queda ao modelo de gestão criado a partir de estudos do Instituto Nacional de Desenvolvimento de Gestão (INDG) e do projeto desenvolvido pela subsecretaria de Inteligência, que estabeleceu metas de redução de criminalidade. Ele cita ainda o sucesso das unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a política de metas de segurança, a integração cada vez maior entre as polícias Civil e Militar e as ações de combate ao tráfico e às milícias. Cabral espera, com a nova divisão, aumentar a taxa de elucidação de homicídios, que hoje não chega a 3% do total de casos.


Estado do Rio atinge menor taxa de homicídio com intenção de matar em quase duas décadas

Balanço do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro divulgado hoje (1º) constata que abril deste ano foi o mês com o menor número de homicídio doloso (com intenção de matar) de toda a série histórica do levantamento, iniciada em 1991. Em todo o Estado, houve 434 vítimas em abril, 108 a menos na comparação com o mesmo período no ano passado. A redução nesse período foi de 19,9%. Menos homicídios no Rio O declínio do tráfico de drogas, evidente desde 2003, pode estar contribuindo com a queda. Além da intensificação do trabalho repressivo da polícia. Michel Misse, sociólogo da UFRJ O levantamento do órgão, ligado à Secretaria de Estado de Segurança fluminense, também atesta queda em outros três indicadores. Na comparação entre abril de 2010 e abril de 2009, o número de vítimas de latrocínio (roubo seguido de morte) caiu de 27 para 11. Houve 526 menos casos de roubo de veículos, representando queda de 22,8%, e o índice de roubos de rua – seja em local público, em transporte coletivo e roubos de celular – recuou 12,5%, registrando 978 casos a menos. Ainda assim, foram registrados 6.871 casos de roubos de rua no mês. Quanto à apreensão de drogas no Estado, os números também apresentam queda. Em abril de 2010, foram efetuadas 658 apreensões, ou 26,2% a menos do que em 2009. O estudo revela ainda que 48,9% das apreensões foram realizadas em municípios do interior. Outro dado divulgado hoje trata do percentual de armas apreendidas, que caiu 13,7% no período. Por outro lado, o número de prisões aumentou, subindo 6,9% no quarto mês do ano, num total de 1.677 prisões no Estado. Para Michel Misse, sociólogo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), embora seja inegável a redução dos índices de criminalidade, esta tendência ainda é recente e não é possível afirmar se ela vai continuar. No caso da capital fluminense, o pesquisador explica que, apesar da queda dos números, os índices continuam elevados em comparação a outras cidades. No estudo divulgado hoje pelo ISP, vê-se, por exemplo, que 167 dos 434 (38%) dos homicídios dolosos cometidos no Estado ocorreram na capital – enquanto 133 aconteceram na Baixada, 55 ocorrem na Grande Niterói e 79 no interior. Criador e coordenador do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (NECVU-UFRJ), Misse aponta uma das prováveis razões para a redução da taxa de homicídios. “O declínio do tráfico de drogas, evidente desde 2003, pode estar contribuindo com a queda. Além da intensificação do trabalho repressivo da polícia”, ressalta. No quarto mês deste ano, nenhum policial (militar ou civil) foi morto durante operações. Por outro lado, os autos de resistência – quando o opositor resiste e é morto – somaram 102 no período, mesmo dado registrado em 2009.

  • link:

'Taxa de homicídios no Rio não é nada a comemorar' Publicada em 09/02/2010 às 13h23m Artigo do leitor Milton Corrêa da Costa R1 R2 R3 R4 R5 DÊ SEU VOTO R1R2R3R4R5MÉDIA: 4,5Comentários Ainda que a taxa de homicídios no estado do Rio de Janeiro - não em números absolutos - tenha caído, conforme agora noticiado (vide O GLOBO de 08/02/10) , comparativamente aos anos de 2009 e 2008, o número de assassinatos nos últimos dez anos no estado chega à impressionante soma de 60 mil, numa média aproximada de 6 mil homicídios/ano. Tal quantitativo, e registre-se que neste total não estão computados os desaparecidos, só é comparável ao número de mortos em violentas guerras, tal e qual a Guerra do Vietnã, onde 57 mil soldados americanos foram mortos em mais de uma década de intensos combates.

Note-se que somente agora registrou-se, graças ao início do trabalho integrado da Secretaria de Segurança e as polícias Civil e Militar, a menor taxa de homicídios nos últimos dez anos. O índice de assassinatos em 2009 foi de 34,6 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, contra 34,7 em 2008.

Observe-se que o número de homicídios entre os anos comparados subiu em números absolutos, com crescimento de 1,3%, saindo de 5.717 em 2008 para 5.794 para 2009, o que significa dizer que foram registrados mais 77 assassinatos no ano passado no estado do que no ano anterior.

Comparativamente ao estado de São Paulo, onde foi registrado em 2009 aumento do número roubos, homicídios, latrocínios, furtos e sequestros - que o governador José Serra atribuiu à crise econômica -, no Rio de Janeiro mata-se três vezes mais do que no estado vizinho, apesar de São Paulo ter o dobro da população. A taxa atual de homicídios lá é de 10,9 por cem mil habitantes. Taxa esta que se compara a países e cidades no mundo ditas pouca violentas. Há que se considerar, no entanto, que aqui há mais armas de guerrra em mãos de perigosos traficantes ainda encastelados em morros e favelas.

A violência do Rio de Janeiro pode ser observada inclusive pelo total de policias militares assassinados nos últimos dez anos, conforme matéria publicada no GLOBO de 12/05/09, numa série de reportagens sobre os 200 anos da PM. A matéria, diga-se de passagem impressionante, mostra que entre janeiro de 1999 e março de 2009 foram mortos no estado 1.458 policiais militares (um efetivo maior do que o de um batalhão classe A da PM). Desse total, 78% encontravam-se de folga.

Somente este ano, no período de duas semanas, entre 15 e 24 de janeiro, (pasmem) o banditismo, em ação do elemento surpresa na maioria dos casos (tática de guerrilha urbana), matou sete policiais no Rio em situação de serviço, sendo quatro policiais miltares e três civis. Extrema ousadia contra quem, naquele momento, exercia a nobre missão de defesa da sociedade. Uma autêntica chacina em conta-gotas.

Tal quantitativo de policiais militares mortos é inédito em qualquer instituição policial do mundo, mesmo em corporações de países estão ou estiveram envoltos em violentas guerras. Possuir uma arma e a carteira de policial no Rio significa ter em mãos um passaporte pré-carimbado para a morte. Registre-se que infelizmente algumas dessas mortes foram fruto do envolvimento de pseudoprofissionais de polícia com o crime.

Portanto, tais números de guerra continuam a impressionar a tudo e a todos. Há, porém, registros significativos de queda em alguns tipos de delito, como o roubo de veículos (caiu 10,1% entre 2008 e 2009). Os números de dezembro de 2009, comparativamente ao mesmo mês de 2008, também foram positivos. Os homicídios caíram 6,1%, o roubo de veículos 21,7%, assaltos a transeuntes, 10,4%, e roubos de celular, 12,2%. Ressalte-se que nos dois últimos delitos tipificados não está inclusa a chamada mancha cinzenta, ou seja, os crimes ocorridos e que não chegaram ao conhecimento da autoridade policial, onde as vítimas acharam por bem não comparecer à delegacia policial para registro.

O aparelho policial tem agora, pois, metas governamentais ousadas para cumprir, principalmente até os Jogos Olímpicos de 2016, no que tange à redução dos crimes considerados determinantes para a maior ou menor sensação de segurança: homicídios, latrocínios (roubo seguido de morte), roubos de veículos e roubos a transeuntes, aí incluídos os assaltos a ônibus. Por enquanto nada há a comemorar. Como bem disse o secretário de Segurança do Rio, José Beltrame: "Não é hora de festejar a queda, mas de trabalhar para manter a política de gestão e controle".

Portanto, mãos à obra. Há muita arma e droga a ser apreendida e bandidos a serem trancafiados. A polícia pró-ativa, a que não espera acontecer para reagir, deve ser a grande meta, e um Rio de Janeiro mais humano e menos violento, com mais e mais Unidades de Polícia Pacificadora a serem implantadas, o objetivo final a ser alcançado. Por ora, os números da violenta guerra continuam a impressionar.


Mapa da Violencia 2010


terça-feira, 30 de março de 2010 OS ESTADOS E CAPITAIS MAIS VIOLENTOS DO PAÍS Segundo o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, autor do estudo, a redução não foi maior porque em alguns Estados, como Maranhão, Alagoas e Piauí, foi registrado um crescimento significativo no número de homicídios.

Durante o lançamento, Waiselfisz afirmou que a redução dos índices de homicídios a partir de 2003 se deve principalmente ao estatuto do desarmamento.

De acordo com o pesquisador, o perfil da vítima de homicídio no Brasil “é jovem, de 15 a 24 anos, principalmente na faixa dos 20 anos, moradores da periferia urbana, pobre, com baixo nível educacional e homem”.

Apesar do recuo, o índice de assassinatos no Brasil ainda é alto. Entre 1997 e 2007, morreram no Brasil, vítimas de homicídio, 512,2 mil pessoas. Acima de 90% das vítimas são do sexo masculino.

Veja abaixo os 10 Estado e as 10 capitais brasileiras com as maiores taxas de homicídio no País a cada 100 mil habitantes: ESTADOS TAXA DE HOMICÍDIO 1 - Alagoas 59,6 2 - Pernambuco 55,6 3 - Espírito Santo 54,4 4 - Rio de Janeiro 52,2 5 - Distrito Federal 33,5 6 - Mato Grosso 32,2 7 - Paraná 31,3 8 - Pará 31,2 8 - Mato Grosso do Sul 31,2 10 - Bahia 31,1


CAPITAIS TAXA DE HOMICÍDIO 1 - Maceió 97,4 2 - Recife 87,5 3 - Vitória 75,4 4 - João Pessoa 56,6 5 - Porto Velho 51,3 6 - Belo Horizonte 49,5 7 - Salvador 49,3 8 - Porto Alegre 47,3 8 - Curitiba 47,3 10 - Fortaleza 40,3

Dos dados divulgados nesta terça-feira, segundo Waiselfisz, destaca-se a recuperação da cidade de São Paulo, que em 1997 estava em 4º lugar, com taxa de 56,7 homicídios a cada 100 mil habitantes, e em 2007 está na 26ª colocação com índice de 17,4. Para o pesquisador, a melhoria se deve ao investimento nas polícias (com a a criação do Infocrime e reforço no patrulhamento), à pressão da sociedade civil a e às políticas diversificadas nos municípios.

A cidade do Rio de Janeiro também conseguiu melhorar seus índices no ranking. Passou de 3º lugar em 1997, com índice de 65,8, para a 14º posição com em 2007 com a taxa de 35,7.

“No Brasil, não há receita pronta e formulada para conter a violência. Cada local está armando a sua própria estratégia”, disse Waiselfisz, que cita como exemplo a cidade de Diadema, na Grande São Paulo, que em 2000 era considerada a mais violenta do Estado com taxa 145 mortes para cada 100 mil habitantes. “Em 2005, a taxa caiu para 47. Houve investimentos públicos, lei seca e escola aberta para o jovem ir aos finais de semana. Foi uma iniciativa local”, afirmou.

Interiorização da violência

O estudo aponta que nas capitais a taxa de homicídio caiu de 45,7 para 36,6, em 100 mil habitantes, no período analisado, mas aumentou no interior do País, passando de 13,5 em 1997 para 18,5, em 2007. Nas regiões metropolitanas, a queda foi de 48,4 para 36,6. Segundo Waiselfisz, este é um fenômeno iniciado na virada do século.

“Nas capitais, o índice caiu 19,8% e, nas regiões metropolitanas, caiu 25%. Mas no interior subiu 37,1%”, segundo a pesquisador. Alguns fatores que explicam isso é o investimento em segurança na região metropolitana, como Pronaf e Fundo de Segurança Pública, que concentram recursos, mas dificilmente chegam ao interior.

A partir de 2000, segundo Waiselfisz, os municípios do interior ganharam subsídios para a implantação de indústrias e com isso atraíram mão de obra e se tornaram interessantes para a criminalidade.

Para o professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) Rogério Baptistini Mendes, o aumento dos homicídios no interior deve-se, principalmente, à falta de preparo da polícia para atuar nessas pequenas e médias cidades, que enriqueceram e se tornaram “atraentes aos olhos da criminalidade”.

“Muitas empresas migraram para o interior e melhoraram o padrão de consumo dos moradores, mas levaram consigo também os problemas sociais derivados da modernidade”, considera Mendes.

O estudo ressalta, porém, que a violência nas cidades do interior não podem ser comparada a dos grandes centros, mas, sim, que o crescimento dos homicídios “concentra-se agora em municípios no interior dos Estados”.

A tendência de interiorização da violência já havia sido registrada no balanço do número de homicídios em São Paulo em 2008. Apesar da queda na capital, no número de mortes causadas pela violência no interior do Estado fez os índices crescerem.

Veja abaixo as 10 cidades com as maiores taxas de homicídio no País a cada 100 mil habitantes: CIDADES TAXA DE HOMICÍDIO 1 - Juruena (MT) 139 2 - Nova Tebas (PR) 132 3 - Tailâdia (PA) 128,4 4 - Guairá (PR) 106,6 5 - Coronel Sapucaia (MS) 103,6 6 - Viana (ES) 99 6 - Tunas do Paraná (PR) 99 8 - Maceió (AL) 97,4 9 - Arapiraca (AL) 96,7 10 - Linhares (ES) 96,3

Para o pesquisador, cidades com grandes índices de homicídios (como Juruena e Tailândia) são municípios conhecidos por disputas pelo desmatamento e em relação ao trabalho escravo. Outros municípios com destaque nessas taxas estão em região de fronteira.

Jovens e negros

O Mapa da Violência aponta também para o aumento dos homicídios entre jovens de 15 a 24 anos, assim como entre a população negra. Em 1980, por exemplo, a taxa de homicídios nessa faixa etária era de 30 em 100 mil; em 2007, saltou para 50,1.

Embora os jovens representassem apenas 18,6% da população do País em 2007, eles concentravam 36,% dos homicídios ocorridos naquele ano. Segundo o estudo, morrem no Brasil, por homicídio, 2,6 jovens para cada “não jovem”. “Pode-se afirmar que a história recente de violência que resulta em homicídio, no Brasil, é a história do crescimento dessa violência entre jovens. Uma não terá solução sem a outra”, afirmou Waiselfisz.

A diferença nas taxas entre brancos e negros também aumentou entre 2002, ano em que se tem dados mais confiáveis, e 2007. Nesse período, o número de vítimas brancas caiu de 18.852 para 14.308 (queda de 24%) e o de negras aumentou de 26.915 para 30.193 (crescimento de 12,2%).

Mapa da Violência

O “Mapa da Violência 2010 - Anatomia dos Homicídios no Brasil” baseou-se no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Esta é a quinta versão do estudo. O Instituto Sangari atua na área de educação em cerca de 15 países. Postado por João Paulo da Nóbrega às 20:14


As dez capitais mais violentas do Brasil Maceió 97,4* Recife 87,5 Vitória 75,4 João Pessoa 56,6 Porto Velho 51,3 Belo Horizonte 49,5 Salvador 49,3 Porto Alegre 47,3 Curitiba 45,5 Fortaleza 40,3



Is Colombia safe?

The below are my opinions with regard to these issues. Opinions from six years living in this country and having met thousands of travellers in Colombia, and having visited a lot of this amazing country. As the country's latest tourism ad says, the only risk is in wanting to stay

Firstly I am happy to say that I have, as yet, never been robbed, kidnapped or murdered in six years travelling/ living in Colombia. I have travelled by bus from the south to the north and from the pacific coast to Los Llanos and never experienced any problems. I have taken over fifty night buses. I have been stopped only once by the guerrilla, but that was on a bus route that very few travellers take: Medellin-Quibdo. They neither robbed nor kidnapped anyone from the bus. That was also four years ago and the guerrilla group that stopped my bus, the EPL, are now a part of history. Yes it is true Colombia was a pretty dangerous place several years ago but that was then and this is now. No one travelled to Cambodia fifteen years ago, same with Croatia. now those places are firmly on the tourist trail. Colombia is heading in the same direction. Murders, for example in Medellin which were running at 6,000 a year in the nineties are now at less than 10 % of that or around 600 murders a year. Also most of those murders occur in the poorer neigbourhoods and are in there majority murders between rival drug gangs or disputes over women. Talking about Medellin. There have only been two robberies of people staying at this hostel and over 6000 backpackers have been through these doors in that time. One of those robberies is also pretty dubious. A guy walking back drunk from a club at four in the morning said the police asked him for some money and since he had none he gave them his T- Shirt. The other was in a crowded street by some pick-pocketers during the biggest festival of the year. They are in all seriousness the only two problems people staying in my hostal have encountered in the three years we have been open. Robberies are so uncommon that if someone comes to me and tells me they have been robbed I'm generally very dubious. In April, 2008 the only time in the past year or so that someone told me they had been robbed I asked for further details so shocked I was that someone could have been robbed in this neighbourhood.. after further prodding I found out that the girl was just making it up, she admitted so, because she needed a story for some money she had lost previously to make a insurance claim with the police. With regard to bus travel, I have been told personally of three problems encountered by people travelling to Medellin in the lastthree years. They are. 1. During elections last year on a bus from Cartagena to Medellin two travellers and the rest of the passengers were asked to collect there belongings, luggage and get off the bus as it was stopped by the guerrilla. The bus was then burnt to send a political message to the Govt. But not one passenger was kidnapped, hurt or lost there stuff. 2. An American guy arrived on an overnight bus from Cali to Medellin. He was sitting next to a friendly old guy who during the journey offered him some cookies. The cookies as it turned out were laced with the date-rape drug and the guy was practically unconscious for the next several hours until someone woke him up at the terminal. He had been robbed of his money and camera. 3. A Dutch traveller and everyone else on the bus was robbed by a fellow passenger on a journey from Bogota to the coffee country and on to Medellin. She lost some money and that’s it. The most common problem travellers run into in Colombia is street robbery in La Candelaria in Bogota. However I believe some of the hostels there have now hired a security guard for the street during the night so that may help a bit. Other trouble could be had when buying drugs in certain areas. The sellers of drugs may be working with the police to set up travellers. So buy at your own risk. In Taganga the police are pretty dodgy and are known to set up backpackers and then charge them money to stay out of jail. Don't do drugs in Taganga or anywhere for that matter. Once you start messing around with drugs your chances of getting into trouble go up a lot. While there are areas of Colombia that one should not travel in most travellers would have never heard of these places. They would be along the Ecuadorian border except the main Pan-American highway. Along the Venezuelan border but not Cucuta, Puerto Inirida or Puerto Carreno. Also south of Villavicencio (Los Llanos), and west of Medellin and around the Panamanian border. Between Pasto and Tumaco on the Pacific Coast, but north of Buenaventura on the Pacific Coast is safe. Basically its safe to say that the paramilitary (right wing) groups are not at all interested in kidnapping backpackers. Its also safe to say that neither are the FARC or ELN (left wing groups), not that you should try them out though. The last kidnapping of backpackers occurred about three years ago when several trekkers doing the Ciudad Perdida trek were kidnapped by the ELN. They were however released unharmed after mediation from the church three months later. There have been no problems on that trek since. If the main guerilla group, Las FARC, wanted to kidnap a backpacker, they would. But its just not worth it on there part. Too much publicity. The govt is hell bent on turning Colombia into a tourism superpower. They would not respond favourably to a foreigner being kidnapped. Petty crime directed at tourists is less of a problem than in many other South American countries. However one must be aware of those around them in Bogota around La Candelaria where many people are robbed of money, credit cards etc. To summarise I personally feel pretty safe in this country. My parents and sister came after a bit of convincing and were also surprised as to how safe the place seemed. There is no need to take planes between major cities. Travelling by bus is easy, cheap and safe. I would recommend though to not take night buses on the following routes though. Medellin-Quibdo; Medellin-Turbo; Popayan- Ecuador; Popayan-San Agustin. Don't walk around Bogota at night on your own. Get the taxi straight to the hostel door. Don't go buying drugs. Don't get into trouble with the police in Taganga. Don't take food or drinks from strangers on the bus. Don't take your eye off your small bag on the bus. Don't slam the door when entering/ leaving taxis. You can get into trouble anywhere/ anytime. Its as likely to happen in my perceived safe home city of Christchurch, New Zealand as it is in Medellin, Colombia. Just take the normal precautions and its very unlikely anything too bad will happen.

70% da violência do RJ fica no interior da Zona Oeste, por tanto lá tem hoteis bem baratos, mas vc quer arriscar? Afinal 85% das favelas se localizam na zona oeste, lebrando que Barra da Tijuca embora fique na zona oeste é um dos bairros mais seguros da cidade e tem 0% de favelas. Se vc quiser economizar se hospede no centro, Tijuca e região. São regiões bonitas, com belas torres, movimentadas e mais baratas, e o melhor de tudo: Perto dos pontos turisticos. Ou procure até mesmo Jacarepaguá. Fique longe de Zona Sul, Barra e Laranjeiras se vc nao quer gastar, onde tem hoteis com diarias acima de mil reais. Agora vc tem três opções: 1) Juntar dinheiro 2) Se hospededar no Centro ou Tijuca ou região 3) Se hospeda em Niteroi, no Centro, onde vc pode pegar a barca pro centro do RJ ou ir de carro pela ponte rio niteroi. Representações na mídia Outro fator que altera a percepção que temos da violência é a sua representação pela mídia, pois a cobertura não é representativa do universo de crimes e sim dos eventos extraordinários. Os últimos dados do Mapa da Violência dos Municípios, divulgado ontem, mostram que a violência no Brasil continuou em queda em 2006, a exemplo do que ocorre desde 2004, mas num ritmo abaixo dos últimos anos - o que preocupa o governo, que já articula a volta da campanha do desarmamento. Segundo a pesquisa, foram mortas 50.980 pessoas em 2003. Em 2004, o número caiu para 48.374, indo para 47.578 em 2005 e 46.660 em 2006 - queda de 5,3% de 2003 para 2004, de 2,8% de 2004 para 2005 e de 1,8% de 2005 para 2006. Para o autor do estudo, Julio Jacobo Waiselfisz, pesquisador da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), a diminuição do ritmo mostra que o impacto da campanha do desarmamento ocorrida entre 2004 e 2005 se tornou "residual". A avaliação do pesquisador é que a campanha, que resultou no recolhimento de mais de 400 mil armas, conseguiu reverter a tendência de alta verificada até 2003, mas não foi suficiente para garantir uma queda "sustentável" ao longo do tempo. Presente no anúncio dos dados, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse, sem dar muitos detalhes, que o ministério fará uma nova edição da campanha neste ano, com foco na regularização das armas. Pirapó, cidade gaúcha do noroeste, aparece em ranking O estudo mostra ainda que 556 cidades - ou 10% do total - concentraram 73,3% dos assassinatos no Brasil em 2006. No ranking dos 200 municípios considerados mais violentos do país, em 117ª colocação aparece a cidade gaúcha de Pirapó, no noroeste do Estado. Conforme os dados do estudo, Pirapó apresenta uma taxa de 54,5 homicídios por 100 mil habitantes, com um total de três assassinatos computados. O resultado, porém, é contestável. Conforme o estatístico e assessor técnico da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (FEE), Jéferson Daniel de Matos, como o município tem cerca de 3 mil habitantes, na proporção em relação às mortes violentas, o resultado acaba sendo distorcido. - Esse é um grande problema de algumas pesquisas. Não se pode simplesmente dividir o número de homicídios pela população, ainda mais nesse caso, em que se trata de um município tão pequeno. Se for assim, Pirapó pode até parecer mais violenta do que São Paulo - critica Matos. A cidade de Coronel Sapucaia (MS) tem a taxa média de homicídios mais alta do país, com 107,2 mortes para cada 100 mil habitantes. Em números absolutos, a cidade de São Paulo lidera o ranking, com 2.546 homicídios (taxa 23,7), seguida pelo Rio de Janeiro, com 2.273 (37,7). Tanto São Paulo quanto o Rio tiveram queda nos homicídios entre 2002 e 2006. Em São Paulo, a redução foi de 54%, de 5.575 para 2.546. No Rio, a queda foi de 39%, de 3.728 para 2.273 no mesmo período. O Rio é a cidade com maior número absoluto de morte de jovens (1.052 jovens em 2006). Os municípios com maiores taxas de homicídios juvenis são Foz do Iguaçu (PR), com média 234,8, e Recife com 214,3. A pesquisa mostrou ainda que aumentou 19% o número total de mortes no trânsito em todo país entre 1994 a 2006. O estudo indica ainda que os números passaram de 29.527 para 35.146.


Homicídios caem 16,6% no Rio em 2010 Segundo o Instituto de Segurança, latrocínios tiveram menos 21 vítimas

Foto por Wilton Júnior/Agência Estado De janeiro a março, Estado do Rio registrou 1.414 homicídios dolosos O número de homicídios dolosos (quando há intenção de matar) caiu 16,6% no Estado do Rio de Janeiro nos três primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estatísticas da violência divulgadas nesta quarta-feira (12) pelo ISP (Instituto de Segurança Pública). Segundo o ISP, de janeiro a março, foram registrados 1.414 casos em 2010 contra 1.695 em 2009. Diminuíram também as ocorrências de latrocínio (roubo seguido de morte). Foram 41 vítimas nos primeiros três meses deste ano e 62 no mesmo período do ano passado. De acordo com o ISP, o número de roubos de veículos também apresentou queda em 2010. Foram 5.726 ocorrências de janeiro a março de 2010 e 7.504 nos primeiros três meses de 2009, uma redução de 23,7%. Outro item que teve decréscimo foi os roubos de rua (categoria que engloba roubos a pedestres, de telefones celulares e em ônibus). Segundo o ISP, foram 20.495 registros nos três primeiros meses de 2010 contra 23.812 em 2009, uma queda de 13,9%. Confira também Advogado é morto a tiros na zona norte do Rio As estatísticas do ISP indicam ainda que caíram os registros de mortes em confrontos com a polícia, os chamados autos de resistência. De janeiro a março deste ano, o ISP informa que foram 220 ocorrências, contra 272 no mesmo período de 2009. O ISP informou ainda que os roubos de residência também apresentaram diminuição este ano. De janeiro a março foram 387 casos contra 417 nos primeiros três meses de 2009. Os roubos a estabelecimentos comerciais tiveram, entre janeiro e março, 76 registros a menos do que o mesmo período de 2009. O único aumento entre as categorias principais foi nos roubos de carga, que tiveram 48 casos a mais do que no ano passado. Outro item que teve aumento foi os sequestros-relâmpagos, classificados pelo ISP, como extorsão com momentânea privação de liberdade. Foram 15 registros entre janeiro e março de 2009 e 24 este ano. Procurada pelo R7 para comentar os números, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública informou ainda não saber se a pasta irá se pronunciar. O sociólogo Ignácio Cano, do Laboratório de Análise de Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), afirmou que o percentual de queda no número de homicídios foi importante mas disse ser prematuro ainda saber quais foram as razões para a redução. "A violência é distribuída de uma modo muito desigual mesmo. Há áreas violentas e há outras áreas com taxas europeias, mas em alguns crimes que têm influência sistêmica. O controle do território por narcotraficantes ou milicianos se espalha em fotos, se espalha num ambiente de negócios de toda a cidade. A impunidade dos homicídios não esclarecidos, não investigados, afeta o ambiente democrático, um ambiente de negócio de toda a cidade", disse Besserman. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera zona endêmica de violência os locais onde a taxa anual de homicídios por cem mil habitantes é superior a dez. Limite superado em todos os municípios da Região Metropolitana do Rio, segundo os dados do ISP. Segundo o levantamento, os bairros da Zona Sul do Rio apresentaram taxas de homicídios, em 2008, entre dois e 12 mortes por cem mil habitantes. Copacabana e Botafogo foram as únicas da cidade que não seriam consideradas zonas endêmicas de violência. No mesmo período, bairros como Santa Cruz, Rocha Miranda e Centro registraram entre 50 e 75 mortes por cem mil. Nas regiões de segurança da capital, e de Niterói e Itaboraí, na Região Metropolitana, a taxa variou de 20 a 35 homicídios por cem mil habitantes no ano passado. A situação é pior em outros 11 municípios, como Belford Roxo, Queimados, Itaguaí, São Gonçalo e Nova Iguaçu, onde a variação foi de 38 a 45 mortes por cem mil. Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, teve o pior resultado: quase 66 homicídios por cem mil habitantes. saiba mais Beltrame se retrata com moradores do Rio depois de declarações Cabral diz que Beltrame tem autonomia e apoio da população Especialistas contestam afirmação de Beltrame de que Rio não é violento Rio de Janeiro não é violento, diz secretário de segurança do estado ONG faz protesto em favela e pede o fim da violência Paes e Cabral falam sobre violência para representantes do COI Pesquisa mostra que mais de 900 favelas estão sob domínio de tráfico ou milícia Secretário lamenta declaração No meio da tarde, o secretário José Mariano Beltrame afirmou, em nota oficial que tem a exata dimensão dos problemas que enfrenta. De acordo com o comunicado, o “secretário fazia considerações gerais sobre as polícias e a criminalidade do Rio de Janeiro”. No fim do texto, Beltrame aproveita a ocasião para se retratar com os moradores do Rio que sempre apoiaram as suas ações. Na quinta-feira (5), na CPI da Violência Urbana, em Brasília, o secretário havia dito: “É um número muito pequeno de pessoas para causar um pânico em 16 milhões de pessoas, e para isso correr o mundo. O Rio de Janeiro não é violento, gente. O Rio de Janeiro tem núcleos de violência”, disse o secretário. O secretário disse, depois, que falava do estado do Rio de Janeiro, e não da capital. Mas especialistas no assunto dizem que, mesmo assim, a afirmação não pode ser entendida como a constatação de que a situação da segurança pública no Rio seja normal. “Porque na verdade, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, se concentram 13 milhões de pessoas. Quer dizer, a maior parte da população do Rio de Janeiro está na área metropolitana. E na área metropolitana é que a gente encontra altos níveis de violência, praticamente generalizada”, disse a socióloga Julita Lemgruber. Ranking nacional No ranking nacional da taxa de homicídios, em 2008, o estado do Rio de Janeiro ficou em quinto lugar, segundo pesquisas do Fórum Nacional de Segurança Pública, em parceria com o Ministério da Justiça. O Rio ficou atrás de Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco e Pará, com 33 homicídios por cem mil habitantes. Minas Gerais e São Paulo têm taxas bem menores, 11,1 e 10,8 respectivamente. Pois é! Eu ando para cima e para baixo pela cidade e não sinto esta violência toda que alguns dizem... Naturalmente sei que em rincões da periferia é algo mais tenso pois moro na periferia (não da capital, mas em uma cidade-periferia) e também sei de assaltos a bancos, carros, lojas e afins na capital, mas nunca presenciei nada assim. Ainda bem! Como a periferia de São Paulo é grande, os níveis de violência nela também são, mas o miolo da cidade entre as marginais e o início da zona sul acho suave, então talvez a geografia da cidade ajude a manter uma sensação de segurança maior do que no Rio de Janeiro por exemplo.

SP é só 11ª em ranking de qualidade de vida das 27 capitais brasileiras

Publicidade

da Folha Online Brasília (DF), Vitória (ES) e Curitiba (PR) são as capitais brasileiras com melhor qualidade de vida, segundo estudo divulgado hoje pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O estudo leva em conta a percepção de qualidade de vida dos habitantes de cada cidade. A população de grandes centros do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, avaliou a qualidade de vida como acima da média nacional, mas em posições intermediárias. O Rio de Janeiro apareceu em 10º lugar entre as 27 capitais, com uma nota 20,50% acima da média nacional. Já São Paulo veio em seguida, em 11º, com nota 18,91% acima da média. Em sua segunda edição, o ICV (Índice de Condições de Vida), que englobou as 27 capitais de unidades da federação, mostrou que há uma expressiva vantagem para as cidades das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste em percepção de qualidade de vida. Brasília, a primeira colocada, teve nota 113,52% acima da média nacional. Em seguida vieram Vitória (62,47%), Curitiba (42,48%) e Belo Horizonte (39,59%). Por outro lado, nas últimas nove posições aparecem capitais das regiões Norte e Nordeste. O último lugar ficou com Rio Branco (AC), com qualidade de vida 64,94% abaixo da média nacional. Depois apareceram Belém (-60,74%), Porto Velho (-49,21%) e São Luís (-36,53%). O estudo utiliza dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (2002/2003) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizada em uma amostra de 48.470 domicílios e contém informações sobre a satisfação das pessoas em relação a 12 quesitos, dentre eles a oferta de serviços públicos, alimentação, moradia, renda e problemas com a violência. O ICV tem como objetivo mostrar e comparar as condições de vida nas capitais brasileiras, bem como suas desigualdades e levantar os aspectos avaliados negativamente pela população. Além disso, o ICV mostra a percepção da violência nas diferentes capitais. Essas informações são fundamentais para a orientar a formulação e o monitoramento de políticas públicas nas capitais do País. Veja abaixo o ranking completo divulgado pela FGV: Brasília (DF): 113,52%. Vitória (ES): 62,74% Curitiba (PR): 42,48% Belo Horizonte (MG): 39,59% Palmas (TO): 36,30% Goiânia (GO): 36,14% Florianópolis (SC): 34,84% Porto Alegre (RS): 34,52% Campo Grande (MS): 32,12% Rio de Janeiro (RJ): 20,50% São Paulo (SP): 18,91% Aracaju (SE): 8,62% Salvador (BA): 1,09% Natal (RN): 0,65% Fortaleza (CE): -3,03% João Pessoa (PB): -5,52% Cuiabá (MT): -9,94% Recife (PE): -10,36% Teresina (PI): -13,61% Boa Vista (RR): -20,56% Maceió (AL): -26,64% Manaus (AM): -30,15% Macapá (AP): -36,22% São Luís (MA): -36,53% Porto Velho (RO): -49,21% Belém (PA): -60,74% Rio Branco (AC): -64,94%

21/07/2009 - 12h51 Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados até 2012 no Brasil, prevê estudo

LORENNA RODRIGUES da Folha Online, em Brasília Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados entre 2006 e 2012, prevê o IHA (Índice de Homicídios na Adolescência), divulgado nesta terça-feira pelo governo federal, Unicef e Observatório de Favelas. De acordo com o estudo, de cada mil adolescentes que completam 12 anos no Brasil, 2,03 são mortos por homicídio antes de completar 19 anos. Foram analisados dados de 2006 de 267 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. Leia a íntegra do IHA - Índice de Homicídios na Adolescência A cidade de Foz do Iguaçu (PR) lidera o ranking de mortes violentas entre adolescentes, com 9,7 mortes para cada grupo de mil adolescentes, segundo estudo, que tem como base dados de 2006. Em seguida vem Governador Valadares (MG), com 8,5 mortes e Cariacica (ES), com 7,3 mortes. São Paulo tem 9 municípios com taxa zero de homicídio entre adolescentes Foz do Iguaçu (PR) lidera ranking de homicídios entre adolescentes no país Gilberto Dimenstein: Por que tantos jovens são assassinados Entre as capitais, Maceió (AL) e Recife (PE) apresentam os piores números, com 6 mortes para cada mil adolescentes cada. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 4,9 mortes. A cidade de São Paulo ocupa o 24º lugar entre as capitais com 1,4 morte a cada mil jovens. Em números absolutos, porém, a capital paulista tem o segundo maior número de mortes de adolescentes entre as capitais, com 1.992 mortes, atrás apenas da cidade do Rio de Janeiro, que tem 3.423 mortes. Armas de fogo O especialista em violência Ignácio Cano, que participou da elaboração do estudo, chama atenção para a prevalência de mortes por arma de fogo na pesquisa. A chance do adolescente ser assassinado por esse tipo de arma é 3,29 maior do que por outros meios. "Isso frisa a importância das políticas contra arma de fogo no Brasil como forma de diminuir a mortalidade", afirmou. O estudo mostra ainda que as chances de adolescentes homens morrerem por violência é 11,9 vezes maior do que mulheres. Para negros, a chance é 2,6 maior do que para adolescentes brancos. Ações Canto disse que o estudo não identificou o motivo de cidades como Foz do Iguaçu e Governador Valadares aparecerem no topo do ranking. De acordo com a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Oliveira, o governo constituiu um grupo de trabalho com gestores municipais para identificar motivos, áreas de risco e estabelecer metas e estratégias para enfrentar o problema.

21/07/2009 - 11h04 Foz do Iguaçu (PR) lidera ranking de homicídios entre adolescentes no país

A cidade de Foz do Iguaçu (PR) lidera o ranking de homicídios entre adolescentes no país segundo estudo que tem como base dados de 2006 e foi divulgado nesta terça-feira pelo governo federal, Unicef e uma ONG ligada a comunidades carentes. SP tem 9 municípios com taxa zero de homicídio entre adolescentes Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados até 2012 no Brasil Gilberto Dimenstein: Por que tantos jovens são assassinados A faixa etária do estudo compreendeu adolescentes com idades entre 12 a 19 anos habitantes de 267 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. A partir de um cálculo que levou em conta mortes ocorridas em grupo de mil jovens, foi estabelecido o IHA (Índice de Homicídios na Adolescência). O IHA de Foz de Iguaçu é de 9,7 mortes. O índice em Foz do Iguaçu é de cerca de três vezes e meio a mais do que a média nacional, de 2,03. Em segundo lugar no ranking está a cidade de Governador Valadares (MG), que registrou 8,5 mortes a cada grupo de mil e Cariacica (ES), IHA de 7,3. O estudo criado em parceria pela SEDH/PR (Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República), o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e Observatório das Favelas projeta que entre os anos de 2006 a 2012 cerca de 33 mil adolescentes não chegarão aos 19 anos de idade pois terão sido vítimas de mortes violentas. Sexo e cor O levantamento apontou que a probabilidade de um adolescente do sexo masculino ser vítima de homicídio é 12 vezes superior em relação ao sexo feminino. No caso da cor, a taxa de negros vítimas de homicídio é três vezes superior aos de brancos. link= http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u598023.shtml

30/03/2010 - 17h17 Homicídios no Brasil se concentram em homens, jovens, negros e pobres

da Agência Brasil Homens com idade entre 15 e 24 anos, negros e pobres são as maiores vítimas de violência no Brasil. A conclusão consta do estudo Mapa da Violência 2010 - Anatomia dos Homicídios no Brasil divulgado nesta terça-feira em São Paulo pelo Instituto Sangari, que analisa dados coletados entre os anos de 1997 e 2007. Homicídio cai nas capitais e aumenta no interior Segundo o estudo, em mais de 92% dos casos de homicídio no Brasil as vítimas são homens. Em 2007, por exemplo, para cada mulher vítima de homicídio no país, morreram 12 homens. Neste mesmo ano, faleceram 3.772 mulheres e 43.886 homens. Os maiores índices de mortes violentas também estão concentrados na população jovem, entre 15 e 24 anos. Só no ano de 2007 mais de 17,4 mil jovens foram assassinados no Brasil, o que representou 36,6% do total ocorrido no país. O Estado que apresentou o maior crescimento na taxa de assassinatos de jovens entre 1997 e 2007 foi Alagoas, que passou de 170 mortes em 1997 para 763 mortes dez anos depois (crescimento de 348,8%). Por outro lado, São Paulo foi o estado que apresentou a maior queda (-60,6%), passando de 4.682 mortes em 1997 para 1.846 óbitos em 2007. As maiores vítimas de violência no país também são os negros. Morrem proporcionalmente duas vezes mais negros do que brancos no Brasil. Enquanto o número de vítimas brancas caiu de 18.852 para 14.308 entre os anos de 2002 e 2007, o de negros cresceu de 26.915 para 30.193. "Temos um personagem das vítimas que coincide no Brasil com quem os vitima. Vítimas e algozes compartilham da mesma estrutura. Quem é esse nosso personagem? É um jovem entre 15 e 24 anos, provavelmente na faixa de 20 a 23 [anos], morador de periferia urbana, pobre, de baixo índice educacional, homem, e que, por motivos culturais, fúteis e banais, mata o outro", explicou o pesquisador e sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, do Instituto Sangari. Segundo ele, a história de violência no Brasil é demonstrada pela matança de sua juventude e pode ser explicada por um aspecto cultural. "[A matança de jovens] não é natural porque em metade dos países do mundo a taxa é de menos de um homicídio para cada 100 mil jovens. E nós temos 50. Ou seja, é cultural. Se fosse natural teria que estar em todos os países do mundo", afirmou. De acordo com Waiselfisz, enquanto não houver uma solução para os problemas do jovem no Brasil, não haverá solução para o problema da violência. E uma dessas soluções, segundo ele, passaria pela educação. "Pela dimensão continental, penso que a nossa estratégia é notadamente educacional. A escola tem um papel muito grande, primeiro porque a própria escola é um foco de violência. E essa violência está, nesse momento, desestimulando os estudos", disse ele.

Fazer Turismo no Rio de Janeiro é Seguro?

Muita gente me pergunta isso e por essa razão, resolvi relatar aqui o que penso a respeito. Em primeiro lugar não podemos negar que a cidade do Rio de Janeiro, assim como toda grande capital do mundo tem seus problemas sociais. O problema é que muita gente associa a violência no Rio ao fato da cidade ter mais de 700 favelas por todo lado. Mas veja bem, não é certo dizer que todo mundo que mora em favela é bandido, ao contrário, a grande maioria é formada por pessoas humildes, honestas e trabalhadoras. Portanto, quando pensar nisso, lembre-se que apenas uma pequena minoria de criminosos, que ali residem é que coordenam ações de violência pela cidade e o que é pior, estas ações são muitas vezes financiadas por pessoas das classes mais altas, que vivem em prédios luxuosos na orla do Rio e não em favelas. Todo turista deve ter sim cuidados na cidade, como evitar portar objetos de valor como jóias e equipamentos eletrônicos nas ruas, andar sozinho à noite por lugares escuros e evitar usar ônibus para lugares que você não conhece. Mas pense bem, em qual lugar do mundo estas recomendações não são válidas? Eu já fui ao Rio de Janeiro várias vezes e nunca tive o menor problema com segurança, agora eu não saio lá dando bobeira, como não faço em nenhum outro lugar do mundo. Portanto, é verdade que, a cidade tem sim seus problemas sociais, o que aumenta a ação da criminalidade e por sua vez a sensação de insegurança.

O que não é verdade é que isso só acontece no Rio, que só existe insegurança na favela e que você deve evitar visitar o Rio por causa disso, ao contrário, tomando as mesmas precauções básicas, você vai se apaixonar pela cidade, que é sim muito linda. Link= [4] Carrying all your cash in one place (usually a wallet) puts you at the biggest risk of losing the whole enchilada if somebody lifts (or if you lose) your wallet. In addition, when you whip out your wallet to pay for something and are sifting through large amounts of money, you will immediately become a formidable target for theft. So carry your cash in a few different places. Put the day's spending money in your wallet (this can also be an effective budgeting technique), and then stash some cash in a few other places which you don't access in public; maybe a money belt, lock some in your luggage (an unlikely place like with your dirty clothes is good), and/or put a few emergency bills in your shoe (underneath the insole is great). I tend to carry emergency cash in a special pocket underneath my clothing, so if I lose everything, I still have some cash to get me out of whatever bind I may have found myself in.


Dicas de segurança - DEATUR - Atualizado em 12.04.10 Autor: Turismo Deatur – Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista Rua Consolação, 247 - Centro – (11) 3257-4475 Outras unidades da DEATUR:

Pavilhão de Exposições do Anhembi – (11) 2226-0664 Aeroporto de Congonhas – (11) 5090-9032 Aeroporto de Guarulhos – (11) 2611-2686

A DEATUR, Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista, levantou algumas sugestões para garantir uma estadia mais tranqüila para o visitante na cidade de São Paulo. As dicas são baseadas em um estudo mundial de segurança para turistas.

No aeroporto Os momentos de embarque e desembarque são os mais críticos para um viajante. O cansaço e o excesso de pessoas nos aeroportos provocam desatenção do viajante e vulnerabilidade em relação a furtos. Fique atento nos terminais e siga as seguintes dicas:

• Logo no desembarque, certifique-se de que sua bagagem encontra-se fechada exatamente como estava no embarque; • Para pedir informações ou auxílio, procure sempre um policial devidamente identificado ou um funcionário da empresa pela qual viajou. Nunca fale com estranhos. Em todos os aeroportos de São Paulo há uma DEATUR, Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista, com profissionais treinados para ajudar; • Não se descuide de seus pertences em nenhum momento. Cuidado com homens ou mulheres que se aproximarem para fazer perguntas. O ato pode ter como objetivo apenas provocar sua distração. Fale sem deixar de vigiar sua bagagem; • Não abra a bagagem em público, principalmente se no interior houver equipamentos eletrônicos e dinheiro; • Não manuseie grandes quantias de dinheiro em público; • Se necessitar utilizar o serviço de caixa eletrônico, certifique-se de que sua senha não seja vista por outras pessoas. No caso de pane no equipamento, solicite o auxílio de algum funcionário devidamente identificado; • Não aceite qualquer tipo de encomenda a pedido de pessoas estranhas; • Se alguém passar mal e lhe pedir para buscar socorro, faça-o sem deixar seus pertences com a pessoa. Mesmo que ela insista que sozinho você irá mais rápido; • Ao utilizar serviços de táxi ou carros alugados, prefira profissionais e empresas cadastradas. Ao entrar no veículo, solicite que todos os seus pertences sejam colocados no porta-malas. Em caso de negativa, procure outro táxi; • É importante guardar sua bagagem no porta-malas, principalmente seu laptop; • Ao utilizar o telefone celular dentro do táxi, faça-o de modo que o aparelho fique do lado oposto ao da janela; • Em caso de trânsito parado, evite manusear grandes quantias de dinheiro dentro do veículo.

No hotel Como é o lugar que o visitante passa mais tempo, ele também necessita de atenção especial. Apesar de haver seguranças e uma parceria com a polícia, o hotel também não está imune de ocorrências. Siga as seguintes sugestões e tenha uma estadia mais tranqüila.

• No momento do check-in ou check-out, procure deixar sua bagagem com um funcionário ou coloque-a entre você e o balcão da recepção; • Ao fazer suas refeições, prefira deixar seus pertences no apartamento. Se preferir, solicite que sejam guardados no bagageiro do hotel por algum funcionário enquanto você se alimenta com tranqüilidade; • Não deixe sua carteira, celular, palmtop ou outros pertences sobre a mesa se você precisar se ausentar temporariamente; • Ao utilizar a área comum do hotel, mantenha seus pertences sob sua vigilância. Jamais os coloque ao lado ou atrás de seu assento, nem se distancie deles; • Não traga pessoas estranhas para o hotel; • No caso de receber visitas no quarto onde estiver hospedado, é imprescindível o preenchimento da ficha do visitante; • Quando quiser sair, peça informações aos funcionários do hotel. Eles ajudarão com boas sugestões de passeios e restaurantes, bem localizados e seguros. Também não deixe de consultar o receptivo local; • Se estiver participando ou promovendo algum evento no hotel, estabeleça a utilização de crachás entre os participantes. Ao se ausentar da sala, certifique-se de que as portas ficarão fechadas. Antes e durante o evento, converse com o quadro de seguranças do hotel; • Utilize o cofre colocado à disposição em seu quarto; • Evite falar de assuntos importantes perto de pessoas estranhas, principalmente se envolver valores; • Nunca aceite ajuda de estranhos. Todos os funcionários dos hotéis da cidade trabalham devidamente identificados e uniformizados. Eles estão capacitados para atender bem e prontamente o turista.

Nos bares e restaurantes Durante a refeição a atenção fica voltada para a mesa. Por isso, é mais um momento em que sua segurança fica vulnerável. Conheça algumas formas de evitar problemas:

• Prefira lugares indicados por conhecidos ou pelos profissionais do hotel onde estiver hospedado. Informe-se sobre o melhor percurso, melhor horário para uma refeição, tipo de serviço que o restaurante oferece. Também não deixe de consultar o receptivo local, etc; • Ao chegar no restaurante, solicite que sua mala ou bagagem seja guardada. Feche-a com cadeado ou lacre no caso de haver objetos de valor ou dinheiro. Ao recebê-la de volta, confira se tudo está em ordem; • No caso do restaurante não possuir local adequado para guardar seus pertences, não descuide de seus pertences em nenhum momento; • Evite deixar objetos de valor sobre a mesa, como a carteira e o celular, principalmente ao se ausentar temporariamente.

Em áreas públicas ou parques de exposição Eventos e locais públicos de grande movimento exigem maior atenção do visitante. A grande quantidade de pessoas se deslocando com sacolas e bolsas é um chamariz para furtos. Tomando-se as seguintes medidas, evita-se ao máximo uma ocorrência desagradável:

• Evite falar com estranhos, principalmente os insistentes. • Não deixe seus pertences sem vigilância. • Não forneça informações pessoais para qualquer pessoa. • Não manuseie grandes quantias de dinheiro. • Carregue filmadoras ou máquinas fotográficas de maneira discreta. • Utilize somente transporte cadastrado. • Em caso de qualquer problema, procure um funcionário devidamente identificado. • No Parque de Exposições do Anhembi há uma Base Operacional da Delegacia de Atendimento ao Turista, especializada no auxílio aos freqüentadores.

Endereços de Delegacias Especializadas em Atendimento ao Turista Conheça os locais em que a polícia disponibiliza atendimento especial ao turista, oferecendo informações sobre segurança pública e profissionais qualificados para atender suas necessidades.

• Divisão Policial de Portos, Aeroportos, Atendimento ao Turista e Proteção a Dignitários - Rua São Bento, 380 – 5º - Centro - Tel.: (11) 3107-5642 e 3107-8332

• 1º Delegacia Especializada de Polícia de Atendimento ao Turista/DEATUR Rua Consolação, 247 Centro – (11) 3257-4475, 3151-4167 • 2° Delegacia de Polícia do Aeroporto de São Paulo/Congonhas Av. Washington Luis, s/nº - Tel.: (11) 5090-9032, 5090-9043,5090-9041, 5090-9038

• 3º Delegacia de Polícia do Aeroporto Internacional de São Paulo-Cumbica Rua Dr. João Jamil Zarif, s/nº-Cumbica/Guarulhos - Tel.: (11) 2611-2686.

• 4º Delegacia de Polícia Internacional de Viracopos/Campinas Tel.: (19) 3225-9854, 3225-5426, e 3725-5412

• 5º Delegacia de Polícia do Porto de Santos – Tel.: (13) 3224-2726

O que fazer quando perder um documento pessoal (cartão de crédito, RG, CPF, Passaporte, etc).

Ao perder os documentos, procure uma DEATUR (Delegacia do Turista) mais próxima ou uma delegacia comum. Faça um boletim de ocorrência, relatando todos os objetos perdidos ou roubados. Os estrangeiros devem procurar o serviço consular de seu país para obter novo passaporte. Ao perder talões de cheques, traveller checks e cartões de crédito, comunique imediatamente a administradora.


Início de ano, período de férias... e a cidade de João Pessoa lotada de turistas. O grande fluxo de pessoas visitando a Capital mais verde do país gera renda e desenvolvimento para a cidade, mas esse que é um bom resultado, pode vir acompanhado de outro índice que preocupa as autoridades locais: a violência.

Conhecida por ser uma cidade tranqüila, a cidade de João Pessoa acaba se tornando um dos principais destinos para aqueles que procuram relaxar nas férias, mas, de acordo com a titular da delegacia de atendimento ao turista na Paraíba, Fabiana Machado, tanta confiança pode atrapalhar os turistas quando se trata da segurança e prevenção de assaltos.

“Os turistas confiam muito no rótulo de cidade segura e tranqüila que João Pessoa recebeu e acabam relaxando demais, se descuidando de seus pertences e favorecendo a prática de assaltos”, alertou a delegada, que conversou na manhã desta terça-feira (5) com a reportagem do ClickPB e forneceu algumas dicas para àqueles que estão visitando a Capital paraibana.

Uma das ações mais registradas atualmente na cidade é o assalto que ficou popularmente conhecido como “saidinha de banco”. E na orla da cidade, o principal alvo acaba sendo o turista. “Muitas vezes o turista é facilmente reconhecido pelas roupas e até mesmo pelo tipo físico, diferente do nosso, e acabam se tornando alvo da ação dos bandidos, que passam a observá-los e abordá-los na saída do caixa eletrônico”, destacou Fabiana Machado.

A dica da delegada do turismo é para que as pessoas deem preferência aos bancos e caixas eletrônicos localizados dentro de shopping centers, supermercados e farmácias. “O bom também é que se evite sacar dinheiro nos caixas eletrônicos em locais estranhos e horários de pouca movimentação”, acrescentou a delegada, que destacou ainda que muitos bancos já tomam medidas para evitar a ação de bandidos e limitam tanto o horário para saques quanto o valor da quantia permitida por saque diário.

Na hora da caminhada pela orla, a indicação da delegada é para que os turistas deem preferência aos horários de grande movimentação de pessoas, evitando também caminhar por locais com pouco fluxo de pedestres. “Muitas pessoas estão deixando a calçadinha para caminhar pela areia dura da praia. Mas é preciso tomar cuidados para não se tornar alvo de assaltos, evitando caminhar sozinho, usar tênis de modelos muito caros ou andar com muito dinheiro e documentos nos bolsos”, alertou Fernanda.

Caso vá dar um mergulho, nada de deixar a bolsa cheia de dinheiro, câmera fotográfica e documentos na areia. “Não leve tanta coisa na bolsa quando for à praia e, caso seja preciso levar alguns utensílios como aparelhos celular ou câmara, não largue a bolsa na areia sem alguém conhecido para tomar conta”, destacou.

No táxi e no ônibus, a necessidade de se tomar certos cuidados também não cessa. “Os turistas devem solicitar o serviço de táxi pelo telefone ou dar preferência a um taxista já conhecido do hotel, por exemplo”. No ônibus, os cuidados citados pela delegada são os mesmos que precisamos ter diariamente: não andar com a bolsa para trás e guardar pequenas quantidades de dinheiro distribuídas por vários bolsos da roupa.

Sem reações

Mas, se mesmo tomando estes cuidados você se torne alvo da ação de bandidos, a dica da delegada especializada no atendimento a turistas é não reagir. “O tipo de ação que vitima o turista se restringe quase que totalmente aos assaltos, sendo mínimo o registro de violência neste tipo de ação. Como o objetivo do bandido é pegar os pertences da vítima e fugir o mais rápido possível, qualquer reação da pessoa pode assustar o assaltante e este, por ter um comportamento instável, pode acabar ferindo seu alvo”, explicou Fabiana.

Assim que for assaltada, a vítima deve comunicar imediatamente à polícia e solicitar o bloqueio de cartões de crédito e de contas de telefonia celular, por exemplo. Com o boletim de ocorrência em mãos, o turista deve procurar logo em seguida os órgãos responsáveis pela emissão de documentos para providenciar a 2ª via dos mesmos.

“Muita gente cai na lenda urbana de que o boletim de ocorrência substitui os documentos pessoais por até um mês, mas isso não existe. O BO não substitui a carteira de identidade, Carteira de Habilitação nem por um dia, quiçá por 30 dias”, alertou a delegada Fabiana, que destacou ainda que, talvez por ignorância, alguns membros da Polícia Militar e Civil tem recebido como válida a apresentação da certidão da polícia, mas que o mesmo não acontece com os agentes da Polícia Federal, que são categóricos e podem impedir até o embarque de passageiros que pretendem se deslocar para outros estados. “É melhor evitar tais constrangimentos e providenciar o mais rápido possível a emissão dos novos documentos”, frisou.

Para evitar a perda ou furto de documentos durante a viagem de férias, o turista pode ainda deixá-los no hotel e sair para passear apenas com uma cópia autenticada ou colorida da carteira de identidade, por exemplo.

Clonagem de cartões

De acordo com a delegada Fabiana Machado, o alvo dos assaltantes atualmente não se restringe apenas ao dinheiro nas carteiras dos turistas, mas também aos documentos, que podem ser vendidos ou passam a ser usados pelos bandidos em outras ações. “Os documentos vem sendo usados atualmente por algumas quadrilhas na Paraíba como armas para a obtenção de cartões de créditos em nome de terceiros e para a prática de outros crimes”, explicou a delegada.

Uma das dicas da delegada de atendimento ao Turista, Fabiana Machado, é para que as pessoas que forem viajar durante as férias levem na bagagem os cartões de crédito que pagam o seguro total do cartão em caso de roubo. “Muitos cartões têm esse serviço, que custa em média R$ 4 mensais aos clientes e evitam transtornos na hora de ser ressarcido pelos prejuízos feitos por terceiros com o seu cartão”, explicou.

GPS

Se a tecnologia pode ser um bom artifício para evitar a ação de bandidos em muitos casos, como a instalação de câmeras de vídeo em residências e condomínios, para o turista os artifícios da nova era nem sempre trazem muitos benefícios. Muita gente imagina que os aparelhos celulares e carros mais modernos, que possuem sistema de localização GPS, podem ajudar à polícia na localização dos mesmos no caso de furto, mas a delegada Fabiana explicou que esse sistema é utilizado apenas como um meio de localização para a pessoa que está utilizando o celular ou dirigindo o veículo. “O GPS só localizaria um veículo ou celular se uma empresa fizesse o monitoramento deste serviço, como os veículos que fazem o transporte de valores e são rastreados por satélite”, esclareceu.

Ajuda online

A página do Governo do Estado da Paraíba oferece um serviço que pode facilitar bastante as pessoas vítimas de furto extravio de objetos ou ainda perda ou furto de documentos. Com o serviço da delegacia online, as pessoas podem fazer em casa o boletim de ocorrência e se encaminharem logo depois para os órgãos responsáveis pela emissão da 2ª via dos documentos perdidos.

Para realizar o boletim de ocorrência pela Internet, a pessoa deve constar um endereço situado na Paraíba, mesmo que seja de parentes ou amigos. O endereço eletrônico da delegacia é: http://beo.ssp.pb.gov.br/beo/


Conselhos

  • Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva 'SOLICITAR RG'.
  • Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa. Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.
  • Tire Xérox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc. Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro.
  • Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro.
  • Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente. Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar. Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.
  • Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B.O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc. foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas, e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma).
  • Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo: Chame imediatamente o SPC (11-3244-3030) e SERASA (11-33737272)e outros órgãos de crédito (se houver) para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF. O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..