Unidos da Tijuca

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Unidos da Tijuca

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca é uma escola de samba da Cidade do Rio de Janeiro. A escola é originada a partir de diversos morros da Tijuca, tendo sua sede durante muitos anos no Morro do Borel. Atualmente possui uma quadra comercial localizada na Avenida Francisco Bicalho, no bairro do Santo Cristo, próximo à Rodoviária Novo Rio. Porém esta quadra, ao contrário do que muitos pensam, não é a sede oficial da escola. A oficial permanece no Borel onde ainda são realizados ao menos 3 ensaios anuais, voltados especialmente para a comunidade.

Ficha técnica 2018

Unidos da Tijuca
Presidente Fernando Horta
Carnavalescos Annik Salmon, Marcus Paulo, Hélcio Paim
Interprete oficial Tinga
Diretor de carnaval Fernando Costa
Diretor de harmonia Fernando Costa
Diretor de bateria Mestre Casagrande
Rainha de bateria Juliana Alves
Mestre-sala e porta-bandeira Alex Marcelino e Jackeline Pessanha
Coreógrafo Alex Neoral

História

A agremiação Unidos da Tijuca foi criada a partir da fusão de quatro blocos existentes nos morros da Casa Branca, da Formiga e da Ilha dos Velhacos. Sua fundação ocorreu em 1931, no dia 31 de dezembro, na subida da rua São Miguel, 130, na casa 20. De acordo com os registros, os fundadores foram: Bento Vasconcelos (o líder), Leandro Chagas (organizador e disciplinador), Alcides de Moraes (diretor de harmonia) e seus irmãos e primos com suas famílias, que formavam a base da Escola: Jorge Vasconcelos, Pacífico Vasconcelos, João de Almeida, Ismael de Moraes, Alfredo Gomes, Doralice Caldeira, Hermínia Vasconcelos, Dora de Almeida, Helena de Souza, entre outros.

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca é a terceira Escola de Samba mais antiga do Brasil. Seus fundadores tinham como objetivo defender as raízes tradicionais do folclore brasileiro e lutar pelas causas populares.

A Unidos da Tijuca tem o pavão real como símbolo e o azul e o amarelo ouro como cores. Duas histórias justificam a adoção desta identificação. Diz-se que, na época de sua fundação, a Escola primeiramente adotou como símbolo o emblema representando mãos entrelaçadas em união com ramos de café e fumo, em referência ao bairro da Tijuca antigo, com suas plantações. As cores amarelo-ouro e azul-pavão foram adotadas da Casa de Bragança. Outra vertente registra que, em 1931, existia no sopé do morro do Borel a Grande Fábrica de Cigarros, Fumos e Rapé de Borel e Cia. A vistosa figura de um pavão-real, nas cores azul e amarelo ouro, estampava as embalagens de alguns produtos dessa fábrica e tabacaria. No dia da fundação da escola, os moradores do local e adjacências, adotaram o pavão como símbolo e as cores azul e amarelo ouro, em referência ao logotipo da empresa de cigarros do local.

Outra história justifica a inclusão do pavão como símbolo no carro abre-alas da agremiação: em 1983, entre os meses de agosto e setembro, na disputa de samba-enredo para o carnaval de 1984, a Escola se preparava para abrir o desfile do Grupo Especial. O pavão já figurava como símbolo chamativo com as cores da agremiação em camisetas com a propaganda do enredo daquele ano Salamaleikum, a epopéia dos insubmissos malês. Consta que o compositor Carlinhos Melodia sugeriu ao então presidente Luis Carlos Cruz que fosse colocado o pavão no abre-alas, pois o antigo símbolo da Tijuca (duas mãos entrelaçadas e circundadas por dois ramos, um de café e outro de fumo, com as letras UT, abreviação de Unidos da Tijuca) trazia um significado de sofrimento e resistência. A partir daí, atendendo à sugestão do compositor, a Unidos da Tijuca substituiu o símbolo anterior da agremiação e, em 1984, entrou pela primeira vez na Avenida com o pavão.

Em 1936, seria campeã do Carnaval, com o enredo "Sonhos Delirantes". No entanto, a partir de 1960, começou um jejum de 20 anos fora do primeiro grupo. Jejum quebrado em 1980, com um enredo sobre Delmiro Gouveia, industrial cearense que ergueu a primeira usina hidrelétrica do Brasil. A escola tinha um time dos sonhos, com Renato Lage como carnavalesco e Neguinho da Beija - Flor como intérprete, além de Laíla como diretor de harmonia. Em 1981, faria "Macobeba - o que dá pra rir, dá pra chorar", baseado no livro "Manuscrito Holandês", de Manuel Cavalcanti Proença. No enredo, seria abordada a saga do herói Mitavaí, um brasileiro simples e sofrido, contra o polvo Macobeba, que simbolizava o dinheiro, o poder e a opressão. Era um enredo corajoso, numa época de ditadura militar. O samba ainda era mais corajoso, cujo refrão sugeria um trocadilho:

Maldito bicho/se me ouviu/E não gostou do meu samba/Vai pra longe do Brasil

Durante o desfile, o público costumava trocar o verso Vai pra longe do Brasil , por Vai pra p... que p... . A escola ainda repetiria o estilo social de seus enredos em 1982, falando sobre Lima Barreto.

Depois de um rebaixamento em 1984 e um acesso em 1985, a Tijuca iria apresentar para 1986 um enredo sobre os sete pecados capitais, chamado "Cama, mesa e banho de gato". No primeiro carnaval da nova democracia, o samba foi duramente criticado pelos setores mais conservadores e reacionários da sociedade, muito pela proposta, considerada ousada demais para a época, embora o que seria abordado por Wany Araújo seja tão comum nos nossos dias. As críticas também foram por vários versos do samba. Até porque quem iria digerir versos como: A hora é essa e vamos admitir/Uma só mulher é pouco/Deixa o homem no sufoco/Com tantas que andam por aí, ou Lá vai o trouxa crente que está numa boa/Mas não sabe que a patroa está com o Ricardão/E sua filha tem fama de sapatão, ou O arroz com feijão/Lá de casa é bom/Mas o cozido da vizinha é melhor ,ou o refrão do meio, que dizia: Tem piranha no almoço/Tem virado no jantar/Pra quem tem fome/Qualquer prato é caviar

O desfile foi um show de horrores, com direito a uma crítica pesada do Jornal do Brasil, que sempre foi mais liberal durante a ditadura: “No último carro viria a atriz Adele Fátima, fazendo em ritmo de samba o que se faz nos motéis ao ritmo de Roberto Carlos". A escola foi rebaixada com inteira justiça, especialmente por causa da quebra do segundo carro ("Motel dos Prazeres")

Em 1987, a escola ganhou o então grupo 1-B (hoje Série A), e foi aí que o intérprete Nêgo (irmão de Neguinho da Beija - Flor), em seu segundo ano na escola, passou a incorporar a seu grito de guerra a sua marca registrada: "Alô povão, agora é sério". Ele ficaria na Tijuca até 1992.

O empresário português Fernando Horta assumiu a presidência em 1992 pela primeira vez.6 Sob sua gestão, uma nova quadra de ensaios foi inaugurada, no Santo Cristo, zona portuária.7 De acordo com Fernando Horta, essa foi uma medida para atrair recursos para a escola, que assim, poderia ajudar mais a comunidade. Alguns membros da comunidade, no entanto, reclamam da falta de presença da entidade em sua própria quadra, utilizada apenas, segundo estes, pela escola de samba mirim.

Em 1998, homenageou o navegador português Vasco da Gama, além do Clube de Regatas Vasco da Gama, que completava o seu centenário. Nesse ano, foi rebaixada. Mais de uma década depois, o presidente classificaria aquele como "o melhor desfile" e atribuiria o rebaixamento ao fato de os jurados serem flamenguistas e anti-Eurico Miranda.7 Em 1999, no Grupo de Acesso, a Tijuca fez um desfile memorável, com o enredo O Dono da Terra do carnavalesco Oswaldo, recebendo todas as notas "10", com um belo carnaval e um samba considerado por muitos especialistas como "antológico" e sendo reconduzida ao Grupo Especial.

Em 2000, no carnaval comemorativo dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, apresentou o enredo Terra dos papagaios… Navegar foi preciso!. Nesta ocasião, após polêmica devido ao uso da imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança e uma cruz, o carnavalesco Chico Spinoza chegou a ser detido e o painel apreendido. O delegado responsável pela operação chegou a dizer que a escola já teria com isso, alcançado seus minutos de fama, já que possivelmente obteria uma má colocação. No entanto, o quinto lugar obtido foi o melhor resultado em quase 50 anos. No ano seguinte, cantou a vida e obra de Nélson Rodrigues, mas não obteve o sucesso do ano anterior.

Em 2002, contou a história da Língua Portuguesa, homenageando os países da CPLP. A escola teve problemas com a última alegoria, que a fez terminar o desfile acima do tempo regulamentar e, com isto, ser punida com 0,2 na apuração, terminando em nono lugar. O ano de 2003, abordou como tema de seu desfile os Agudás, povo africano formado por ex-escravos brasileiros que foram para a África. Um desfile também problemático em diversos quesitos, obteve novamente a nova colocação.

Com a chegada de Paulo Barros, em 2004, a Tijuca surpreendeu e conquistou o vice-campeonato, através de um enredo que falava dos avanços da Ciência, tendo revolucionado a estética dos desfiles ao apresentar alegorias humanas. A Revista Nature destacou a alegoria, cuja atração era a presença de 133 bailarinos, que através dos seus movimentos, formavam uma espiral, representando o DNA.12 Na opinião do então prefeito César Maia, o carro alegórico foi o mais marcante do ano . Em 2005, foi novamente vice-campeã, com um enredo que falava de cidades e reinos do imaginário humano dessa vez ficando a apenas um décimo da campeã Beija-Flor, tendo sido a favorita do público e vencedora do Estandarte de Ouro de melhor escola.

Em 2006, a escola do Morro do Borel entrou como favorita no Sambódromo[carece de fontes] onde realizou um desfile vibrante. O enredo abordava o som, e segundo o carnavalesco, seu desafio seria transformá-l em imagem. O desfile transcorreu perfeitamente[carece de fontes], e a escola ganhou, mais uma vez, o Estandarte de Ouro de melhor escola, porém amargou a sexta colocação. Após o carnaval, Paulo Barros transferiu-se para a Viradouro, sendo substituído pela dupla Lane Santana e Luiz Carlos Bruno

Em 2007, a Tijuca manteve o estilo de Paulo Barros desfilando com o enredo De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida, que falou sobre a fotografia, conquistando a quarta colocação, ainda à frente do Viradouro. No carnaval de 2008, a azul e ouro da Tijuca falou sobre os diferentes tipos de coleções.

No ano seguinte, saindo da linha sobre temas abstratos, apresentou o enredo Uma odisseia sobre o espaço, de autoria de Luiz Carlos Bruno, texto de João Pedro Roriz e samba-enredo de Julio Alves e Totonho, obtendo a 9º colocação. O presidente, naquele ano, reclamou, após o resultado, que a Beija-Flor, ao desfilar antes da Tijuca com um enredo que abordava o banho, espalhou água pela pista, o que teria prejudicado a apresentação dos segmentos, especialmente, do casal de mestre-sala e porta-bandeira. Com o enredo É segredo! e a volta do carnavalesco Paulo Barros no carnaval 2010, a escola quebra o jejum de 74 anos sem o título do Grupo Especial e se torna a campeã do carnaval carioca pela segunda vez levando ainda o Estandarte de Ouro de melhor escola. O maior destaque do desfile foi a comissão de frente, que agradou ao público e fez shows em vários eventos no Brasil.

Para o carnaval de 2011 a escola abordou o medo presente nos filmes com o enredo Esta noite levarei sua alma. Novamente veio na condição de favorita ao título. Na avenida fez um desfile considerado pela crítica como impecáve e com a notória criatividade do carnavalesco Paulo Barros, arrancando gritos de "É campeã!" do público presente. Acabou ficando com o vice-campeonato.

Para o carnaval 2012, num desfile correto e pela primeira vez com um tema mais tradicional, Paulo Barros conquistou o título para a escola ao homenagear Luiz Gonzaga, o "rei do baião". Naquele ano, foi a primeira vez desde 2006 que os compositores Júlio Alves e Totonho não venceram a disputa de samba-enredo interna da escola, vencida pela parceria do compositor Josemar Manfredini .

Em 2013, a escola apresentou um enredo sobre a Alemanha, devido às comemorações do ano da Alemanha no Brasil. Como umas das grandes favoritas ao título, fez um desfile leve, com alegorias de bom gosto, mas obteve um modesto terceiro lugar. Alguns creditam a colocação ao fato de, ao longo de todo o desfile, a escola ter apresentado problemas com o abre-alas, que teve que ser serrado ao final do desfile para poder sair na dispersão. Também houve problemas com o carro da Floresta Encantada, com incêndio e pessoas que desmaiaram.

No ano em que completará duas décadas da morte de Ayrton Senna, a escola levará o tricampeão mundial de Fórmula 1 de volta às pistas. O piloto será tema do enredo "Acelera, Tijuca!", em 2014, na Marquês de Sapucaí. Além de reverenciar Senna, o carnavalesco Paulo Barros mostrará o universo da velocidade e do automobilismo. Fã de Ayrton, o presidente da agremiação, Fernando Horta, revelou que a família de Senna abraçou a ideia e estará diretamente envolvida na pesquisa e no desenvolvimento do enredo. Também durante esse ano, a escola trouxe da campeã de 2013, a Vila Isabel: o intérprete Tinga e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Ruth. com o enredo "Acelera,Tijuca!", homenageando Ayrton Senna, sagrou-se tetracampeã no grupo especial.

Depois do carnaval, Paulo Barros novamente deixou a agremiação, indo dessa vez para a Mocidade. pra isso a escola optou pela equipe que atuava há bastante tempo na agremiação, como: Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim que se juntam ao experiente carnavalesco Mauro Quintaes mais Carlos Carvalho formando a Comissão de Carnaval. já tendo como enredo a Suíça e como pano de fundo, o ex-carnavalesco Clóvis Bornay.

Segmentos

Presidência

Mandato Nome
1932 Antoniel Lima
1935 Paulo de Souza Filho
1948 Alfredo Gomes
1966–1986 Quiro
1987–1992 Fernando Horta
1993–1994 Nelson Nunes Alves
1995–1996 Jorge Pinto da Silva
1997–1999 Fernando Horta
2000 João Paredes
2001– Fernando Horta

Rainhas de bateria

Período Nome
1996-2006 Fábia Borges
2007-2011 Adriane Galisteu
2012 Gracyanne Barbosa
2013- Juliana Alves

Carnavais

Ano Col Divisão Enredo Carnavalesco(s) Intérprete(s)
1932 ÚNICO Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1933 ÚNICO O Mundo do Samba Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1934 EXTRA Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1935 UGESB Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1936 UGESB Sonhos Delirantes Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1937 ND UGESB Sonho das Graças Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1939 UGESB Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1942 15º UGESB Departamento de Carnaval Alceu Maranhão
1943 UGESB Monte Castelo Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1946 UGESB Anjos da Paz Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1947 UGESB Homenagem à Cascatinha Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1948 FBES Lei Áurea Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1949 UGESB Proclamação da República Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1950 UCES Homenagem a Santos Dumont Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1951 UGESB Três de outubro Departamento de Carnaval Nelson de Morais
1952 SC UGESB Feira do Nordeste Miguel Moura Nelson de Morais
1953 Grupo 1 Também temos nossos heróis: Caxias, Barroso e Santos Dumont Miguel Moura Nelson de Morais
1954 11º Grupo 1 4° Centenário de São Paulo Miguel Moura Nelson de Morais
1955 11º Grupo 1 Sinhá Moça Miguel Moura Nelson de Morais
1956 Grupo 1 Inferno Verde Miguel Moura Nelson de Morais
1957 11º Grupo 1 Fascinação do Ouro e Diamantes Miguel Moura Zequinha Reis
1958 11º Grupo 1 O Patriarca da Independência Miguel Moura Zequinha Reis
1959 16º Grupo 1 Bravos e Heroínas Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1960 Grupo 2 Sonho de Bravos Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1961 Grupo 2 Casa-Grande e Senzala Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1962 Grupo 2 Rio Pitoresco Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1963 Grupo 2 Do Oiapoque ao Chuí Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1964 Grupo 2 Homenagem ao Rio Grande do Sul Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1965 Grupo 2 Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1966 11º Grupo 2 O Império em Três Atos Departamento de Carnaval Zequinha Reis
1968 Grupo 2 Danças do Brasil Departamento de Carnaval Luís Carlos
1969 Grupo 2 Tijuca sempre jovem Departamento de Carnaval Luís Carlos
1970 12º Grupo 2 Festa da Bahia Departamento de Carnaval Luís Carlos
1971 10º Grupo 2 Quiva e laiá Departamento de Carnaval Luís Carlos
1972 10º Grupo 2 Ganga Zumba Departamento de Carnaval Gambazinho
1973 Grupo 2 Bom dia, café! Clóvis Bornay Gambazinho
1974 15º Grupo 2 Petrópolis, nossa flor Serrana Julio Matos e Poti Pedrinho da Flor
1975 Grupo 2 Magia Africana no Brasil e seus Mistérios Julio Matos e Poti Gambazinho
1976 Grupo 2 Mundo encantado dos Deuses Afro-Brasileiros Julio Matos e Poti Gambazinho
1977 Grupo 2 Paraíso dos Sonhos Julio Matos e Poti Nogueirinha
1978 15º Grupo 2 A Praça, sonho, amor e fantasia Orlando Pereira Nogueirinha
1979 Grupo 2-A Brasil canta e dança Geraldo Sobreira Nogueirinha
1980 Grupo 2 Delmiro Gouveia Renato Lage Neguinho da Beija-Flor
1981 Grupo 1 Macobeba - O que dá pra rir dá pra chorar Renato Lage Sobrinho
1982 Grupo 1 Lima Barreto, mulato pobre, mas livre Renato Lage Sobrinho
1983 10º Grupo 1-A Devagar com o andor que o santo é de barro Yarema Ostrog Sobrinho
1984 Grupo 1-A Salamaleikum - A epopéia dos insubmissos Malês Luiz Carlos Cruz Sobrinho
1985 Grupo 1-B Mas o que foi que aconteceu? Sylvio Cunha Nogueirinha
1986 15º Grupo 1-A Cama, Mesa e Banho de Gato Wany Araújo Nêgo
1987 Grupo 2 As Três Faces da Moeda Sylvio Cunha Nêgo
1988 11º Grupo 1 Templo do Absurdo - Bar Brasil Sylvio Cunha Nêgo
1989 Grupo 1 De Portugal a Bienal no país do Carnaval Mário Monteiro Nêgo
1990 Grupo Especial E o Borel descobriu, Navegar foi preciso Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares Nêgo
1991 Grupo Especial Tá na mesa, Brasil Oswaldo Jardim Nêgo
1992 Grupo Especial Guanabaram, o Seio do Mar Oswaldo Jardim Nêgo
1993 12º Grupo Especial Dança, Brasil Shanghai Vaguinho
1994 14º Grupo Especial Só... Rio é Verão Sylvio Cunha Carlinhos de Pilares
1995 12º Grupo Especial Os nove bravos do Guarany Oswaldo Jardim Paulinho Mocidade
1996 14º Grupo Especial Ganga - Zumbi, expressão de uma raça Lucas Pinto Paulinho Mocidade
1997 11º Grupo Especial Viagem pitoresca pelos cinco continentes num jardim Lucas Pinto Serginho do Porto
1998 13º Grupo Especial De Gama a Vasco - A epopéia da Tijuca Oswaldo Jardim Serginho do Porto
1999 Grupo A O Dono da Terra Oswaldo Jardim David do Pandeiro
2000 Grupo Especial Terra dos Papagaios… Navegar foi Preciso Chico Spinoza David do Pandeiro
2001 Grupo Especial Com Nelson Rodrigues, Pelo Buraco da Fechadura Chico Spinoza Wantuir
2002 10º Grupo Especial O sol brilha eternamente sobre o mundo de língua portuguesa Milton Cunha Wantuir
2003 Grupo Especial Agudas, os que levaram a África no coração, e trouxeram para o coração da África, o Brasil Milton Cunha Nêgo
2004 Grupo Especial O sonho da criação e a criação do sonho: a arte da ciência no tempo do impossível Paulo Barros Wantuir
2005 Grupo Especial Entrou por em lado, saiu pelo outro… quem quiser que invente outro! Paulo Barros Wantuir
2006 Grupo Especial Ouvindo tudo o que vejo, vou vendo tudo o que ouço Paulo Barros Wantuir
2007 Grupo Especial De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida Lane Santana e Luiz Carlos Bruno Wantuir
2008 Grupo Especial Vou juntando o que eu quiser, minha mania vale ouro. Sou Tijuca, trago a arte colecionando o meu tesouro Luiz Carlos Bruno Wantuir
2009 Grupo Especial Tijuca 2009: uma odisséia sobre o espaço Luiz Carlos Bruno Bruno Ribas
2010 Grupo Especial É segredo! Paulo Barros Bruno Ribas
2011 Grupo Especial Esta noite levarei sua alma Paulo Barros Bruno Ribas
2012 Grupo Especial O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão Paulo Barros Bruno Ribas
2013 Grupo Especial Desceu num raio, é trovoada. O deus Thor pede passagem para mostrar nessa viagem a Alemanha encantada Paulo Barros Bruno Ribas
2014 Grupo Especial Acelera, Tijuca! Paulo Barros Tinga
2015 Grupo Especial Um conto marcado no tempo. O olhar suíço de Clóvis Bornay Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo
Carlos Carvalho, Hélcio Paim
Tinga
2016 Grupo Especial Semeando sorriso, a Tijuca festeja o solo sagrado Mauro Quintaes, Annik Salmon
Marcus Paulo, Hélcio Paim
Tinga
2017 11º Grupo Especial Música na alma, inspiração de uma nação Mauro Quintaes, Annik Salmon
Marcus Paulo, Hélcio Paim
Tinga
2018 Grupo Especial Um conto urbano: Miguel, o arauto das artes saúda o povo e pede passagem Annik Salmon, Marcus Paulo, Hélcio Paim Tinga


Endereço

Avenida Franccisco Bicalho, 47 - Santo Cristo (Rio de Janeiro)
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Eventos

  • Ensaios aos Sábados, as 22:00 horas.
  • Ensaios as Quintas, as 20:00 horas, na Avenida Venezuela.

Mais informações

Escolas de samba do Rio de Janeiro 2018
(Resultados)
Campeãs (EspecialSérie A - B - C - D - E) • Discografia (EspecialSérie A - B - C - D - E)
Grupo Especial Domingo Império SerranoSão ClementeVila IsabelParaíso do TuiutiGrande RioMangueiraMocidade
Segunda Unidos da TijucaPortelaUnião da IlhaSalgueiroImperatrizBeija-Flor
Série A Sexta BanguImpério da TijucaSossegoPorto da PedraRenascerEstácio
Sábado AlegriaSanta CruzViradouroRocinhaCubangoInocentesUnidos de Padre Miguel
Série B Terça Vigário GeralPonteArameTradiçãoEm Cima da HoraVargensCabuçuJacarezinhoLins ImperialVizinha FaladeiraEngenho da RainhaCuricica
Série C Segunda ArrancoCaprichososRosa de OuroBoca de SiriSerenoVila KennedyLucasLeãoImpério da UvaUnião de MaricáFavoDifícil é o NomeVila Santa TerezaSanta Marta
Série D Domingo AmarelinhoCosmosImpério RicardenseAboliçãoMocidade de InhaúmaAlegria do VilarChatubaTupyVilla RicaCoroadoArrastãoUnião de JacarepaguáMadureiraFlor da Mina
Série E Sábado II Vaz LoboIndependenteMocidade UnidaRazões de AlmeidaOlariaBoêmiosGatoJardim BanguDendêCampo GrandeEmbaloPetrópolisGonçalenseArrasta PovoJardim RedentorManguinhosFeitiçoMensageirosNação InsulanaColibriMocidade Vicentina
Escolas mirins Aprendizes do SalgueiroEstrelinha da MocidadeFilhos da ÁguiaHerdeiros da VilaImpério do FuturoInfantes do LinsInocentes da CaprichososMangueira do AmanhãMiúda da CabuçuNova Geração do EstácioPimpolhos da Grande RioTijuquinha do Borel
Outras AnilAprendizes de LucasArrastão de São JoãoBarra da TijucaBohêmios da CinelândiaBoi da IlhaCabralCachambiCampinhoCanários das LaranjeirasCapelaChora na RampaCordovilDelírioEmbalo CariocaFoliõesGuaratibaImpério da Zona OesteImperialInfantesMarangáMatriz de São JoãoParaíso da AlvoradaPilaresPraça SecaSacramentoRocha MirandaUnidos do SalgueiroUnidos do ValériaUraiti