Unidos de Vila Isabel

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Unidos de Vila Isabel

O Grêmio Recreativo e Escola de Samba Unidos de Vila Isabel é uma escola de samba carioca. Atualmente está sediada no Boulevard 28 de setembro, em Vila Isabel. possuindo uma quadra moderna, sendo a segunda maior quadra entre todas as escolas de samba do Rio de Janeiro, só fica atrás apenas da quadra da Mocidade Independente que tem 33 mil metros quadrados. A quadra da Vila tem capacidade para 11.000 pessoas em 4.000 metros quadrados de área construída, seu palco tem 300 metros quadrados. Há camarotes luxuosos que são frequentados por ricos, famosos e diretores da escola. No local costumam ocorrer shows de grandes artistas e bandas pertencentes ao projeto "Casa de Bamba".

Em seu brasão há a coroa da Princesa Isabel, aonde figuram na parte de cima um resplendor com uma fita azul aonde se encontram as iniciais da agremiação (GRESUVI), e na parte de baixo, se vêem uma clave de sol, um pandeiro e a pena de Noel Rosa.

Ficha técnica 2018

Vila Isabel
Escola-madrinha Portela
Presidente Bernardo Bello
Presidente de honra Martinho da Vila
Carnavalescos Paulo Barros e Paulo Menezes
Interprete oficial Igor Sorriso
Diretores de carnaval Ricardo Fernandes, Luiz Guimarães
Paulo Barros, Moisés Carvalho
Diretor de harmonia Marcelinho Emoção
Diretor de harmonia Mestre Chuvisco
Rainha de bateria Sabrina Sato
Princesa da bateria Dandara Oliveira
Mestre-sala e porta-bandeira Rafael e Denadir
Coreógrafo Leo Senna e Kelly Siqueira

História

O futebol está ligado à fundação da Unidos de Vila Isabel, pois existia no bairro, em 1945, um bloco conhecido como Vermelho e Branco. O afastamento de alguns componentes resultou na criação de um time de futebol com as cores azul e branco, posteriormente transformado em um novo bloco carnavalesco. Antônio Fernandes da Silveira, o "China", registrou a sociedade na União Geral das Escolas de Samba, fundando, assim, no dia 4 de abril de 1946, a escola.

A casa de "China", primeiro presidente da escola, serviu até 1958 como sede administrativa da agremiação. Os ensaios eram realizados no Campo do Andaraí. O primeiro enredo da Vila, De Escrava a Rainha, contou com apenas 100 componentes desfilando na Praça Onze: 27 ritmistas, 13 baianas e mais 50 pessoas. Paulo Brazão, um dos fundadores da escola, foi um dos maiores ganhadores de samba-enredo da Vila Isabel, em 1960, a escola ficou em primeiro lugar no Grupo 3, com o enredo Poeta dos Escravos.

Uma das figuras mais conhecidas da escola é, sem dúvida, Martinho da Vila. Sua entrada na agremiação aconteceu em 1965: ele fazia parte da Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato e já estava partindo para o Império Serrano, quando surgiu o convite para integrar a ala de compositores da Vila Isabel. Na nova escola, Martinho reestruturou a forma de compor samba-enredos, com a introdução de letras e melodias mais suaves, emplacando 4 sambas consecutivamente. No carnaval de 1967, Martinho da Vila compôs Carnaval de Ilusões, em 1968 Quatro Séculos de Modas e Costumes, em 1969, Iaiá do Cais Dourado e em 1970, Glórias Gaúchas.

Em 1979, a Vila saiu vitoriosa do Grupo 1B, com um enredo feito por Yêdda Pinheiro, falando sobre Os dourados anos de Carlos Machado. Foi a primeira vez que uma escola homenageou um vulto da cultura ainda vivo. Hoje é lugar comum, mas esta foi a primeira vez em que isto foi feito.

No grupo especial, a Vila Isabel conquistou apenas seu primeiro campeonato, em 1988,desfile do samba-enredo Kizomba, a festa da raça. O desfile marcou a passarela do samba, por abusar de materiais alternativos, como a palha e sisal, e pela garra dos componentes da escola. Para muitos que conhecem bem os desfiles de escolas, este talvez tenha sido o melhor desfile de que se há notícia. Infelizmente, devido a um grave temporal, que deixou a cidade do Rio de Janeiro em estado de calamidade pública, o Desfile das Campeãs não foi realizado.

O futebol está ligado à fundação da Unidos de Vila Isabel, pois existia no bairro, em 1945, um bloco conhecido como Vermelho e Branco. O afastamento de alguns componentes resultou na criação de um time de futebol com as cores azul e branco, posteriormente transformado em um novo bloco carnavalesco. Antônio Fernandes da Silveir (China) registrou a sociedade na União Geral das Escolas de Samba, fundando, assim, no dia 4 de abril de 1946, a escola.

A casa de "China", primeiro presidente da escola, serviu até 1958 como sede administrativa da agremiação. Os ensaios eram realizados no Campo do Andaraí. O primeiro enredo da Vila, De Escrava a Rainha, contou com apenas 100 componentes desfilando na Praça Onze: 27 ritmistas, 13 baianas e mais 50 pessoas. Paulo Brazão, um dos fundadores da escola, foi um dos maiores ganhadores de samba-enredo da Vila Isabel, em 1960, a escola ficou em primeiro lugar no Grupo 3, com o enredo Poeta dos Escravos.

Uma das figuras mais conhecidas da escola é, sem dúvida, Martinho da Vila. Sua entrada na agremiação aconteceu em 1965: ele fazia parte da Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato e já estava partindo para o Império Serrano, quando surgiu o convite para integrar a ala de compositores da Vila Isabel. Na nova escola, Martinho reestruturou a forma de compor samba-enredos, com a introdução de letras e melodias mais suaves, emplacando 4 sambas consecutivamente. No carnaval de 1967, Martinho da Vila compôs Carnaval de Ilusões, em 1968 Quatro Séculos de Modas e Costumes, em 1969, Iaiá do Cais Dourado e em 1970, Glórias Gaúchas.

Em 1979, a Vila saiu vitoriosa do Grupo 1B, com um enredo feito por Yêdda Pinheiro, falando sobre Os dourados anos de Carlos Machado. Foi a primeira vez que uma escola homenageou um vulto da cultura ainda vivo. Hoje é lugar comum, mas esta foi a primeira vez em que isto foi feito.

No grupo especial, a Vila Isabel conquistou apenas seu primeiro campeonato, em 1988, desfile do samba-enredo Kizomba, a festa da raça. O desfile marcou a passarela do samba, por abusar de materiais alternativos, como a palha-sisal e pela garra dos componentes da escola. Para muitos que conhecem bem os desfiles de escolas, este talvez tenha sido o melhor desfile de que se há notícia. Infelizmente, devido a um grave temporal, que deixou a cidade do Rio de Janeiro em estado de calamidade pública, o Desfile das Campeãs não foi realizado.

Após a vitória de 1988, a escola ainda conseguiu uma boa colocação com Direito é Direito, em 1989 (4º lugar), nesse ano, foi marcante a comissão de frente formada por mulheres grávidas. Mas na década de 1990, a escola alternou entre a 7ª e a 12ª colocação. Em 2000, no entanto, a Vila Isabel ficou na 13ª colocação, descendo para o Grupo de Acesso A. Em 2002, com um enredo sobre Nilton Santos a Vila deixou de subir ao Grupo Especial por engano de um julgador, que trocou a nota 10 que seria dada à Vila por uma nota menor, que seria dada à União da Ilha. Com isso, a Santa Cruz, sagrou-se campeã.

Em 2004, com um enredo sobre a cidade de Paraty, a Vila retorna ao especial, sagrando-se campeã do Grupo de Acesso6 . Em 2005 tendo Joãosinho Trinta à frente, que vítima de um derrame cerebral não pode continuar os trabalhos a Vila trouxe um enredo sobre navios7 que lhe deu a 10ª colocação.

Depois de ficar anos sem quadra de ensaios, Ruça, presidenta da escola, conseguiu que a escola municipal Equador, que fica no Boulevard 28 de Setembro com a rua Rocha Fragoso, cedesse a sua quadra de esportes. Atualmente a escola possui uma quadra de ensaios localizada na Boulevard, na outrora estação final dos bondes, onde era o parque de estacionamento do Detran e garagem da antiga CTC.

Em 2006, a Vila Isabel levou para a avenida o enredo "Soy loco por ti América - A vila canta a latinidade", do carnavalesco Alexandre Louzada8 e conseguiu seu segundo título, depois de muito sofrimento na apuração. Com um contagiante refrão, o samba-enredo da Vila Isabel foi um dos que mais fizeram as arquibancadas cantarem e, curiosamente, foi o que determinou o título9 . A empresa PDVSA, estatal petrolífera da Venezuela, financiou o carnaval da Vila Isabel com uma doação de R$ 900 mil. Entretanto, segundo reportagem do "Jornal do Brasil" de 3 de março de 2006, autoridades venezuelanas estão investigando o patrocínio e seu verdadeiro valor, pois há versões de que o montante ficou entre US$ 450 mil e US$ 2 milhões. O matutino venezuelano Reporte noticiou em sua capa que mais de 500 pessoas viajaram ao Rio de Janeiro com todas as despesas pagas pela PDVSA para animar o desfile da Vila Isabel. Em 2007, com enredo falando sobre as Metamorfoses10 , de Cid Carvalho, que estreava carreira-solo, termina na 6ª posição.

No carnaval de 2008, falando sobre os Trabalhadores do Brasil, a Vila vem com um desfile rico e visualmente perfeito. No entanto, um erro de manobra do 8º último carro prejudica a escola de Noel, mas não tiraram o brilho da nova rainha de bateria (Natália Guimarães) que arrasou na avenida.

No carnaval de 2009, a Vila falou sobre o centenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o enredo "Neste Palco da Folia, Minha Vila Anuncia: Theatro Municipal, a Centenária Maravilha"14 15 , de autoria do carnavalesco Alex de Souza, que em parceria com o polêmico Paulo Barros, terminou na 4º colocação.

No carnaval de 2010, a Vila falou sobre o centenário de Noel Rosa, com o enredo "Noel: a presença do poeta da Vila" do carnavalesco Alex de Souza. Para este carnaval, contou com um samba composto por Martinho da Vila, o que não acontecia desde 1993, além das estreias de Mestre Átila, como diretor de bateria e Gracyanne, como rainha. No entanto, a escola que lutava por mais um título, terminou na mesma colocação do ano anterior.

Meses após o carnaval, seu presidente na época, Wilson Vieira Alves (mais conhecido como "Moisés"), foi preso durante a Operação Alvará, após ser acusado de liderar a máfia ligada a exploração de caça-níqueis em Niterói e São Gonçalo. Com sua prisão, assumiu interinamente a direção da escola seu filho Wilsinho, que acumulava também o cargo de superintendente.

No Carnaval de 2011, a Vila fala sobre cabelo, desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães, alcançando apenas o quarto lugar. Nesse mesmo ano o presidente Wilsinho é reeleito para comandar a agremiação.

No Carnaval de 2012, Vila Isabel foi a última escola a desfilar no primeiro dia, com o sol bastante claro na Sapucaí levou o enredo "Você Sembo Lá... Que Eu Sambo Cá - O Canto Livre de Angola"20 , sobre Angola21 num desfile que marcou a escola e fazendo ela ficar em terceiro lugar.

No Carnaval de 2013, a escola homenageou o agricultor com o enredo "A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo - Água no feijão que chegou mais um".

A Escola recebeu patrocínio de aproximadamente 10 milhões de reais da empresa alemã BASF, uma das maiores fabricantes de agrotóxicos do mundo.

O desfile da Vila Isabel foi o último do segundo dia de desfiles. A Vila Isabel era considerada por muitos, tanto público quanto especialistas, uma das favoritas, juntamente com a Beija-Flor, Unidos da Tijuca de Paulo Barros e Salgueiro. No dia da apuração, porém, a Vila se sobressaiu sobre as demais escolas e conseguiu seu terceiro título no Grupo Especial, consagrando assim o melhor samba de 2013 composto por André Diniz, Arlindo Cruz, Martinho da Vila, Tunico e Leonel

A parceria de sucesso com a empresa BASF foi mantida para o carnaval de 2014, quando a agremiação falará novamente sobre o campo. depois do título, a escola perdeu o intérprete Tinga e o casal de mestre-sala e porta bandeira Julinho e Ruth. além da carnavalesca Rosa Magalhães. trazendo Gilsinho, como novo cantor, o casal Marquinhos e Giovanna além do retorno do carnavalesco Cid Carvalho falando sobre os Biomas e Foclore brasileiro31 .

Ainda meses depois, mais uma baixa. dessa vez foi Mestre Paulinho que após dois anos, deixou o comando de bateria, que passa a ser comandada por Wallan32 . e na madrugada do dia 9 de dezembro, a escola escolheu seu samba para o carnaval de 2014, que mais uma vez deu a parceria de André Diniz, Evandro Bocão, Professor Wladimir, Arlindo Cruz e Artur das Ferragens33 . que derrotou outro samba, visto como favorito na escola, de: Tunico da Vila, Pedro Luís, Suzana Pires e Thales Nunes34 .

Em novembro, o carnavalesco responsável por assinar o desfile de 2014 da escola, Cid Carvalho, pediu demissão por falta de pagamento. A agremiação anunciou que uma comissão de carnaval com profissionais da casa irá tocar o carnaval de 2014. meses depois, Cid foi reintegrado novamente como carnavalesco da escola38 . O que se refletiu em seu desfile, onde se faltou organização e problemas financeiros, com diversas alas sem fantasias. estando com cara de que brigaria pra não cair. o que na apuração, fez com que ficasse na 10º colocação. gerando revolta no mundo do samba, devido se ter recebido notas diferentes de que se viu no desfile.

Meses depois, após a escola ter uma divida imensa, o então presidente Wilsinho assim como o seu pai, Moises que concorreria novamente a presidente não concorreram. fazendo assim que com o apoio de Capitão Guimarães, Elizabeth Aquino sendo aclamada como presidente aonde se teve o retorno de Max Lopes, como carnavalesco da agremiação. além de que a escola efetiva Diego Machado e Natália como casal de mestre-sala e porta-bandeira.

Segmentos

Presidência

Mandato Presidente
1946-1959 Seu China
1959-1961 Rodolpho de Souza
1961-1963 José Lima Filho
1963-1965 David Corrêa
1965-1966 Cornélio Cappelletti
1966-1968 Miro Garcia
1968-1970 Duclerc Dias
1970-1972 Djalma Pereira Victorio
1972-1974 Esclepildes Maria Cordeiro
1974-1976 Cornélio Cappelletti
1976-1978 Djalma Pereira Victorio
1978-1980 Paulo Gomes de Aquino
1980-1981 Orlando Alves Pereira
Mandato Presidente
1981-1982 Waltencir Coelho
1983-1987 Capitão Guimarães
1987-1990 Ruça
1990-1993 Olício Alves dos Santos
1993-1996 Valter Lopes de Carvalho
1996-2002 Olício Alves dos Santos
2002-2005 Evandro Bocão
2006-2011 Moisés
2012-2014 Wilsinho
2014-2015 Beta
2015-2016 Luciano Ferreira
2016-2017 Levi Júnior
2017- Bernardo Bello

Corte da bateria

Período Função Nome
1997 RAI Janaina Ferreira
1998 RAI Janaina Dutra
1999 RAI Elba Ramalho
2000 RAI Danielle Winits
2003-2004 RAI Adriana Bombom
2005–2007 RAI Adriana Perett
2008–2009 RAI Natália Guimarães
2010 RAI Gracyanne Barbosa
2011-2017 RAI Sabrina Sato
2018-atual RAI e PRI Sabrina Sato e Dandara Oliveira

Carnavais

Ano Col Divisão Enredo Carnavalesco(s) Intérprete(s)
1947 12º UGESB Escrava rainha Miguel Moura Paulinho da Vila
1949 UGESB Iracema Miguel Moura Paulinho da Vila
1950 UGESB Baía da Guanabara Miguel Moura Paulinho da Vila
1952 SC UGESB Fé, Esperança e Caridade Miguel Moura Paulinho da Vila
1955 11º Grupo 2 Obras da natureza Antônio Fernandes, Seu China, Djalma Fernandes Paulinho da Vila
1956 Grupo 2 Três épocas Gabriel Pena Paulinho da Vila
1957 16º Grupo 1 O grande baile da Ilha Fiscal Miguel Moura Paulinho da Vila
1958 Grupo 2 Riquezas do Brasil Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1959 12º Grupo 2 Saldanha da Gama Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1960 Grupo 3 Poeta dos Escravos Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1961 Grupo 2 A imprensa através dos tempos Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1962 Grupo 2 D. João VI Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1963 Grupo 2 Três fatos históricos Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1965 Grupo 2 Epopéia do Teatro Municipal Gabriel do Nascimento Paulinho da Vila
1966 Grupo 1 Três acontecimentos históricos Gabriel do Nascimento e Dario Trindade Paulinho da Vila
1967 Grupo 1 Carnaval das ilusões Gabriel do Nascimento e Dario Trindade Paulinho da Vila
1968 Grupo 1 Quatro séculos de modas e costumes Augusto Gonçalves e Walter Tomé Antônio Grande
1969 Grupo 1 Yá-Yá do Cais Dourado Augusto Gonçalves e Walter Tomé Abílio Martins
1970 Grupo 1 Glórias Gaúchas Castelo Branco, José Ribamar, Iomar Soares Abílio Martins
1971 Grupo 1 Ouro mascavo Iomar Soares Abílio Martins
1972 Grupo 1 Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade Djalma Victorio e Soares Souza Antônio Grande e Monsueto Menezes
1973 Grupo 1 Zodíaco no samba Gabriel do Nascimento e Dario Trindade Antonio Grande
1974 10º Grupo 1 Aruanã-Açu Yarema Ostrog Antônio Grande e Paulinho da Vila
1975 Grupo 1 Quatro séculos de paixão Flávio Rangel Marlene e Zé Carlos
1976 Grupo 1 Invenção de Orfeu Geraldo Sobreira e Flávio Rangel Barbinha
1977 Grupo 1 Ai que saudade que eu tenho Arlindo Rodrigues e Luiz Ferreira Jorge Goulart
1978 Grupo 1 Dique, um mar de amor Departamento Cultural Antônio Grande e Nando
1979 Grupo 1-B Os dourados anos de Carlos Machado Yêdda Pinheiro, Fernando Costa, Syílvio Cunha Marcos Moran
1980 Grupo 1-A Sonho de um Sonho Fernando Costa e Sylvio Cunha Marcos Moran e Zé Carlos
1981 Grupo 1-A Dos jardins do Éden, à era de Aquarius Syílvio Cunha Marcos Moran
1982 10º Grupo 1-A Noel Rosa e os poetas da Vila nas batalhas do Boulevard Viriato Ferreira Marcos Moran
1983 Grupo 1-A Os imortais Fernando Costa Marcos Moran
1984 Grupo 1-A Para tudo se acabar na quarta-feira Fernando Costa Gera
1985 Grupo 1-A Parece que foi ontem Max Lopes Gera e David Corrêa
1986 11º Grupo 1-A De alegria cantei, de alegria pulei, de três em três pelo mundo rodei Max Lopes Gera e David Corrêa
1987 Grupo 1 Raízes Max Lopes Gera
1988 Grupo 1 Kizomba, a festa da raça Milton Siqueira, Paulo César Cardoso, Ilvamar Magalhães Gera
1989 Grupo 1 Direito é Direito Milton Siqueira, Paulo César Cardoso, Ilvamar Magalhães Gera
1990 12º Grupo Especial Se esta terra, se esta terra fosse minha Ilvamar Magalhães Gera
1991 11º Grupo Especial Luiz Peixoto: E tome polca! Ilvamar Magalhães Gera
1992 12º Grupo Especial A Vila vê o ovo e põe as claras Gil Ricon Gera
1993 Grupo Especial Gbala - Viagem ao templo da criação Oswaldo Jardim Gera e Martinho da Vila
1994 Grupo Especial Muito prazer! Isabel de Bragança e Drummond Rosa da Silva, mas pode me chamar de Vila Oswaldo Jardim Gera e Jorge Tropical
1995 Grupo Especial Cara e coroa, as duas faces da moeda Max Lopes Gera e Jorge Tropical
1996 Grupo Especial A heróica cavalgada de um povo Max Lopes Gera e Jorge Tropical
1997 Grupo Especial Não deixe o samba morrer Jorge Freitas Gera e Jorge Tropical
1998 12º Grupo Especial Lágrimas, suor e conquistas no mundo em transformação Jorge Freitas Gera e Jorge Tropical
1999 11º Grupo Especial João Pessoa, onde o sol brilha mais cedo Jorge Freitas e João Luís de Moura Gera e Jorge Tropical
2000 13º Grupo Especial Academia indígena de letras - Eu sou índio, eu também sou imortal Oswaldo Jardim Jorge Tropical
2001 Grupo A Estado maravilhoso cheio de encantos mil Ricardo Pavão, Rachid, Márcia Braga
Martinho da Vila, Jorge Caribé
Jorge Tropical
2002 Grupo A O glorioso Nilton Santos... Sua bola, sua vida, nossa Vila... João Luís de Moura Jorge Tropical
2003 Grupo A Oscar Niemeyer, o arquiteto no recanto da princesa Jorge Freitas Jorge Tropical e Tinga
2004 Grupo A A Vila é Para Ti... João Luís de Moura Tinga
2005 10º Grupo Especial Singrando os mares e construindo o futuro Joãosinho Trinta e Wany Araújo Tinga
2006 Grupo Especial Soy loco por tí, América: A Vila canta a latinidade Alexandre Louzada Tinga
2007 Grupo Especial Metamorfoses: do reino natural à corte popular do carnaval - as transformações da vida Cid Carvalho Tinga
2008 Grupo Especial Trabalhadores do Brasil Alex de Souza Tinga
2009 Grupo Especial Neste palco da folia, minha Vila anuncia: Theatro Municipal, a centenária maravilha Alex de Souza e Paulo Barros Tinga
2010 Grupo Especial Noel: a presença do poeta da Vila Alex de Souza Tinga
2011 Grupo Especial Mitos e histórias entrelaçadas pelos fios de cabelo Rosa Magalhães Tinga
2012 Grupo Especial Você semba lá .... Que eu sambo cá! O canto livre de Angola Rosa Magalhães Tinga
2013 Grupo Especial A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo - Água no feijão que chegou mais um Rosa Magalhães Tinga
2014 10º Grupo Especial Retratos de um Brasil plural Cid Carvalho Gilsinho
2015 11º Grupo Especial O Maestro Brasileiro está na terra de Noel, a partitura é azul e branco, da nossa Vila Isabel Max Lopes Gilsinho
2016 Grupo Especial Memórias do 'Pai Arraia' - um sonho pernambucano, um legado brasileiro Alex de Souza Igor Sorriso
2017 10º Grupo Especial O som da cor Alex de Souza Igor Sorriso
2018 Grupo Especial Corra que o Futuro vem aí Paulo Barros e Paulo Menezes Igor Sorriso


Endereço

Boulevard 28 de Setembro, 382 - Vila Isabel (Rio de Janeiro)
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Eventos

  • Feijoada com Samba - A feijoada acontece todo os segundos sábados de cada mês.
  • Ensaios - Todas as sábados, as 22:00

Mais informações

Barracão de Alegorias
  • Cidade do Samba - Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa, Rio de Janeiro
  • Telefone: (21) 2283-1744
Escolas de samba do Rio de Janeiro 2018
(Resultados)
Campeãs (EspecialSérie A - B - C - D - E) • Discografia (EspecialSérie A - B - C - D - E)
Grupo Especial Domingo Império SerranoSão ClementeVila IsabelParaíso do TuiutiGrande RioMangueiraMocidade
Segunda Unidos da TijucaPortelaUnião da IlhaSalgueiroImperatrizBeija-Flor
Série A Sexta BanguImpério da TijucaSossegoPorto da PedraRenascerEstácio
Sábado AlegriaSanta CruzViradouroRocinhaCubangoInocentesUnidos de Padre Miguel
Série B Terça Vigário GeralPonteArameTradiçãoEm Cima da HoraVargensCabuçuJacarezinhoLins ImperialVizinha FaladeiraEngenho da RainhaCuricica
Série C Segunda ArrancoCaprichososRosa de OuroBoca de SiriSerenoVila KennedyLucasLeãoImpério da UvaUnião de MaricáFavoDifícil é o NomeVila Santa TerezaSanta Marta
Série D Domingo AmarelinhoCosmosImpério RicardenseAboliçãoMocidade de InhaúmaAlegria do VilarChatubaTupyVilla RicaCoroadoArrastãoUnião de JacarepaguáMadureiraFlor da Mina
Série E Sábado II Vaz LoboIndependenteMocidade UnidaRazões de AlmeidaOlariaBoêmiosGatoJardim BanguDendêCampo GrandeEmbaloPetrópolisGonçalenseArrasta PovoJardim RedentorManguinhosFeitiçoMensageirosNação InsulanaColibriMocidade Vicentina
Escolas mirins Aprendizes do SalgueiroEstrelinha da MocidadeFilhos da ÁguiaHerdeiros da VilaImpério do FuturoInfantes do LinsInocentes da CaprichososMangueira do AmanhãMiúda da CabuçuNova Geração do EstácioPimpolhos da Grande RioTijuquinha do Borel
Outras AnilAprendizes de LucasArrastão de São JoãoBarra da TijucaBohêmios da CinelândiaBoi da IlhaCabralCachambiCampinhoCanários das LaranjeirasCapelaChora na RampaCordovilDelírioEmbalo CariocaFoliõesGuaratibaImpério da Zona OesteImperialInfantesMarangáMatriz de São JoãoParaíso da AlvoradaPilaresPraça SecaSacramentoRocha MirandaUnidos do SalgueiroUnidos do ValériaUraiti