Estácio de Sá

De WikiRio
Ir para: navegação, pesquisa

Estácio de Sá

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Estácio de Sá é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro. seu nome foi adotado somente em 1983 para representar não só o Morro de São Carlos mas todo bairro do Estácio. Sua quadra se encontra na Avenida Salvador de Sá no Estácio.

Por ser do Estácio, bairro da primeira agremiação a usar o título de Escola de Samba, a Deixa Falar, e conhecido como "berço do samba", a Estácio passou a ser reconhecida pelo IPHAN como primeira Escola de Samba do Brasil. A partir de 2011, passa a comemorar seu aniversário na data de fundação da Deixa Falar

Ficha técnica 2018

Estácio de Sá
Presidente Leziário Nascimento
Carnavalesco Tarcísio Zanon
Interprete oficial Serginho do Porto
Diretor de carnaval Marcão Selva
Diretor de harmonia Julinho Fonseca e Marcos Alexandre
Diretor de bateria Mestre Gaganja
Rainha de bateria Elaine Azevedo
Mestre-sala e porta-bandeira Zé Roberto e Alcione
Coreógrafo Ariadne Lax

História

Fundada em 27 de fevereiro de 1951 com o nome de Unidos de São Carlos, resultou da fusão das escolas antigas herdeiras da Deixa Falar fundada em 12 de Agosto de 1927, no Morro de São Carlos, no bairro do Estácio. Eram elas: Paraíso das Morenas, Recreio de São Carlos (antiga Vê Se Pode) e Cada Ano Sai Melhor (antiga Para O Ano Sai Melhor). Seus fundadores foram Miro (primeiro presidente), Caldez, Neca Bonitão, Cândido Canário, Sidney Conceição, Zacharias do Estácio, José Botelho, Maurício Gomes da Silva, Walter Herrice, Manuel Bagulho, entre outros. Originalmente tinha as cores azul e branco, adotando o vermelho e o branco em 1965, em homenagem à escola pioneira, Deixa Falar.

Estreou entre as chamadas grandes escolas do Rio em 1968, com o enredo Visita ao Museu Imperial. Nas décadas de 70 e 80 alternou brilhantes desfiles no grupo principal com rápidos deslizes.

Entre seus sambas considerados de melhor qualidade, estão os dos carnavais de 1975 (A festa do Círio de Nazaré - 10º lugar no então Grupo 1) e 1976 (Arte negra na legendária Bahia - 8º lugar no Grupo 1).

Em 1983, logo após o título do então grupo 1-B (atual Série A), a Unidos de São Carlos abandona o nome que usava, e passa a se chamar G. R. E. S. Estácio de Sá, tal como hoje

Em 1985, o enredo Prata da Noite homenageou o ator Grande Otelo, que desfilou ao lado da vedete Watusi, no último carro alegórico, que reproduzia o palco da casa de shows Scala onde os dois atuavam juntos, na época.

Posteriormente, vieram dois quintos lugares, no Grupo Especial, em 1990 (Langsdorff, delírio na Sapucaí) e 1991 (Brasil, brega e kitsch).

Antes do campeonato, a Estácio de Sá obteve sua melhor classificação em 1987, quando conquistou o 4° lugar com o enredo O ti-ti-ti do sapoti. Dando continuidade a um tipo de enredo satírico, descontraído, mas consequente, a Estácio apresentou, em 1988, O boi dá bode e em 1989, Um, dois, feijão com arroz. Os três de autoria de Rosa Magalhães.

A Estácio de Sá conquistou sua maior glória sagrando-se campeã do carnaval do Rio de Janeiro em 1992 com o enredo Pauliceia desvairada - 70 anos de Modernismo, desenvolvido por Mário Monteiro e Chico Spinosa, num desfile que empolgou a Sapucaí e fez o público das arquibancadas mover-se no ritmo de sua marcante bateria. Em1995, faz o enredo Uma vez Flamengo, aproveitando o centenário do time de maior torcida do Mundo, sai ovacionada da Sapucaí;mas fica apenas na 7ª posição.

Em 1997, a escola tira o 13º lugar com o enredo Através da Fumaça, o Mágico Cheiro do Carnaval, sendo rebaixada para o Grupo de Acesso.

Em 2000, a escola levou o enredo Envergo, mas não quebro, desfile marcado mais uma vez pela falta de verba da escola. Viriam pela frente anos muito difíceis para a escola, onde todos os anos era candidata ao rebaixamento. A Estácio por muito pouco não foi rebaixada terminando na 8ª colocação.

Em 2001, a escola leva pro sambódromo o enredo E aí, tem patrocínio? Temos: José, sobre o jornalista José do Patrocínio. O desfile foi marcado pela falta de verba. A escola temia o rebaixamento mas conseguiu se segurar com um 7º lugar no grupo. O início dos anos 2000 não era nada bom para a Estácio de Sá.

Em 2002, a escola levou para a avenida o enredo Nos braços do povo, na passarela do samba... Cinqüenta anos de O Dia, não foi bem e quase foi rebaixada, a falta de verba era nítida no desfile da Estácio que terminou na 8ª colocação.

Em 2003, a escola levou para Sapucaí o enredo Um banho da natureza - Cachoeiras de Macacu, a escola apresentou um desfile apenas normal, nada que a pusesse entre as campeãs. Na época a escola Vila Isabel dominava o grupo de acesso. A Estácio terminou em 5º lugar.

Em 2004, a Estácio levou para a avenida o enredo A Estácio é Dez, o Brasil é Mil e a Fome é Zero, quando as coisas pareciam que iam melhorar após anos entre as favoritas ao descenso, a escola fez um desfile bom, chegou a ser apontada como favorita ao título. Inusitadamente a escola terminou em 9º lugar rebaixada para o grupo de acesso B. O que a Estácio tanto temia aconteceu.

Em 2005, quarenta anos longe a escola retorna ao grupo B, com a reedição de seu tema de 1976, Arte Negra na Legendária Bahia, a Estácio conquistou o título do Grupo B. O desfile foi arrebatador e a escola conquistou todas as notas 10.

Em 2006, de volta ao grupo A, a escola, elegeu Alessandra Mattos como rainha de bateria e foi assumida pelo já consagrado carnavalesco Paulo Barros, venceu o Grupo A com a reedição do enredo Quem é Você ?, de 1984. O desfile foi marcado por alegorias muito simples mas de fácil leitura, pode-se dizer que a escola ganhou o carnaval devido ao consagrado samba e sua interessante comissão de frente do carnavalesco Paulo Barros.

Em 2007, depois de nove anos, a Estácio voltou ao Grupo Especial, onde abriu o desfile das escolas de samba do Grupo Especial, no domingo de carnaval, reeditando o samba-enredo O ti-ti-ti do sapoti, de 1987. O desfile foi compacto porém muito bem desenvolvido. Após o resultado foi muito questionado o rebaixamento da escola. A Estácio terminou em último lugar, voltando ao Grupo A. Uma curiosidade é que em 2007 duas escolas caiam do grupo especial.

Em 2008, de volta ao grupo de acesso A, a escola trouxe como enredo A história do futuro, desenvolvido pelo carnavalesco Cid Carvalho, a escola terminou na 7º colocação. O desfile foi bonito mantendo a tradição, porém o samba era fraco e o enredo muito confuso, quem estava no sambódromo não entendeu muita coisa.

Em 2009, a escola trouxe como madrinha de bateria a modelo Mirella Santos, que dividiu os holofotes com a rainha de bateria, Alessandra Mattos, e como enredo Que chita bacana!, que foi desenvolvido pelo carnavalesco Cid Carvalho. A escola fez um dos seus desfiles mais bonitos de toda história até então. Belíssimas alegorias. No jornal "O GLOBO" do Domingo de carnaval vinha na manchete: "Estácio é a favorita do grupo A. Infelizmente o samba-enredo fraco custou muitos décimos (mais do que esperado) para a escola. A Estácio terminou na 5ª colocação.

Em 2010, a escola trouxe o carnavalesco campeão em 1992 (Chico Spinoza) e traz o enredo sobre sua própria história, desde sua fundação, em 1927, com o nome de Deixa Falar, denominado Deixa Falar, a Estácio é isso aí. Eu visto esse manto e vou por aí, a escola provou na avenida que o título de 2009 que não veio iria sair em 2010. Belos carros, belas fantasias, povo do sambódromo cantando junto com a escola e gritando: "É Campeã". Terminou na 3ª colocação. Uma curiosidade é que nesse ano a São Clemente ganhou o grupo de acesso e em segundo lugar uma zebra, a Inocentes de Belford Roxo que era apontada favorita ao rebaixamento conquista a 2ª colocação. A partir desse carnaval ficou nítido que a LESGA (Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso) estava manipulando os resultados.

Para o Carnaval de 2011, houve a saída de Chico Spinoza, e Serginho do Porto. Para o carnaval chegaram o carnavalesco Marcus Ferreira, e o intérprete Leandro Santos, que estava na Praça Seca. Com o enredo "Rosas", a Estácio de Sá conquistou a 3ª colocação, com um belo desfile, saindo aclamada campeã do grupo de acesso pelo público e pela mídia. Estranhamente a escola Renascer de Jacarepaguá que segundo a mídia fez um desfile apenas morno levou o título.

Para o carnaval 2012, a escola optou por homenagear a modelo e ex-rainha de bateria Luma de Oliveira. O enredo já não agradava antes do carnaval. O desfile foi visualmente bom mas de difícil leitura, e o samba não era dos melhores. A escola sofreu na apuração estando durante a maior parte na última colocação. Graças aos quesitos bateria e comissão de frente, a escola se salvou de um possível rebaixamento obtendo a 7ª colocação num grupo de 9 escolas.

Em 2013, assim como no ano anterior, a escola resolveu apostar em outra homenagem, dessa vez com o maestro Rildo Hora. O desfile foi apontado como um dos mais bonitos e emocionantes da sexta de carnaval, mas devido a um problemas com um tripé da comissão de frente a escola estourou o tempo em 1 minuto perdendo antes da apuração 0.1 pontos. Terminou na 4ª colocação e não na 3ª devido a perda do ponto.

Em 2014, a Estácio permanece com o carnavalesco Jack Vasconcellos e agora terá uma dupla com a continuidade de Leandro Santos, tendo agora o retorno de Dominguinhos do Estácio ao microfone principal da escola após 18 anos afastado. A escola fez um desfile impecável com belas fantasias, alegorias e um canto muito forte. Saiu prejudicada por desfilar logo após a escola Viradouro que se sagrou campeã. Obteve a 2ª colocação, 0.5 pontos atrás da Viradouro.

Em 2015 após a saída de Jack Vasconcellos, a direção da escola optou por uma dupla Amauri Santos e Tarcísio Zanon. novamente com um enredo sobre a cidade do Rio de Janeiro.

Segmentos

Presidência

Mandato Presidente
1964-1968 Judson da Silva Magacho
1969-1970 Francisco Henrique Meira Ribeiro
1972 Mário Pereira
1973-1974 Antônio Gentil
1975-1976 Oswaldo Martins da Silva
1977-1985 Antônio Gentil
1986-2002 Acyr Pereira Alves
2002-2006 Flávio José Eleotério
2007 Leziário Nascimento
2008-2009 Lílian Cristina Martins Maia
2010-2011 Marco Aurélio Fernandes
2012- Leziário Nascimento

Corte da bateria

Período Função Nome
1992-1993 RAI Monique Evans
1994 RAI Camila Pitanga
1995-1998 RAI Luciana Sargentelli
1999 RAI Marinara Costa
2004 RAI Luciana Picorelli
2005 RAI Patrícia Chélida
2006 RAI Alessandra Mattos
2007 RAI e MAD Alessandra Mattos e Elaine Azevedo
2008 RAI Alessandra Mattos
22009 RAI e MAD Alessandra Mattos e Mirella Santos
2010 RAI Alessandra Mattos
2011 RAI Shayene Cesário
2012 RAI e MAD Luana Bandeira e Leila Barros
2013-2017 RAI Luana Bandeira
2018-atual RAI Elaine Azevedo

Carnavais

Ano Col Divisão Enredo Carnavalesco(s) Intérprete(s)
1958 Grupo 2 Glória mil - Santos Dumont José Coelho Jorge Cabo
1959 11º Grupo 2 Marechal Rondon José Coelho Jorge Cabo
1961 Grupo 3 Música, poesia e arte José Coelho Jorge Cabo
1962 Grupo 3 História da música brasileira José Coelho Jorge Cabo
1963 Grupo 3 Relíquias do Rio José Coelho Jorge Cabo
1964 Grupo 3 IV séculos de glória da Bahia José Coelho Jorge Cabo
1965 Grupo 3 História do Teatro Municipal José Coelho Jorge Cabo
1966 Grupo 2 História da Escola Nacional José Coelho Jorge Cabo
1967 Grupo 2 Lendas e costumes do Brasil José Coelho Jorge Cabo
1968 Grupo 1 Visita ao Museu Imperial José Coelho e Francisco Henrique Jorge Cabo
1969 Grupo 1 Gabriela, cravo e canela José Coelho Jorge Cabo
1970 Grupo 1 Terra de Caruaru José Coelho Sidney da Conceição e Celso Landrini
1971 Grupo 1 Brasil Turístico José Coelho e Jorge Macadame Sidney da Conceição e Celso Landrini
1972 Grupo 1 Rio Grande do Sul, na festa do preto forro José Coelho Jorge de Oliveira e Dário Marciano
1973 Grupo 2 Trá, la, la, la, um hino ao carnaval brasileiro de Lamartine Babo Walter Belisário Oliviel e Darcy do Nascimento
1974 Grupo 1 Heroínas dos romances brasileiros José Coelho Delmo
1975 10º Grupo 1 A festa do Círio de Nazaré Almir Silva Dominguinhos do Estácio
1976 Grupo 1 Arte Negra na legendária Bahia Aelson Nova Trindade, Carlos Martins e Julio Mattos Dominguinhos do Estácio
1977 10º Grupo 1 Alô, alô, Brasil, 40 anos da Rádio Nacional Geraldo Sobreiro Dominguinhos do Estácio
1978 Grupo 2 Céu de Orestes no chão de estrelas Roberto Nascimento, Célia de Oliveira
Elizabeth Filipecki, Paulo Luís
Darcir Branco
1979 Grupo 1-A Das trevas ao sol uma odisséia dos Carajás Roberto Nascimento, Célia de Oliveira
Elizabeth Filipecki, Paulo Luís
Elza Soares
1980 Grupo 1-A Deixa Falar Francisco Fabian Zaira
1981 Grupo 1-B Quem diria, da monarquia à Boemia, ao esplendor da Praça Tiradentes Ney Ayan e Gil Costa Zaira
1982 12º Grupo 1-A Onde há rede há renda Edílson Ferreira Abílio Martins
1983 Grupo 1-B Orféu do Carnaval Sylvio Cunha Fernando Thomaz
1984 Grupo 1-A Quem é Você? Sylvio Cunha Dominguinhos do Estácio
1985 10º Grupo 1-A Chora, chorões Fernando Alvarez Dominguinhos do Estácio
1986 10º Grupo 1-A Prata da noite Oswaldo Jardim Dominguinhos do Estácio
1987 Grupo 1 O ti-ti-ti do sapoti Rosa Magalhães e Lícia Lacerda Dominguinhos do Estácio
1988 Grupo 1 O boi dá bode Rosa Magalhães Dominguinhos do Estácio
1989 Grupo 1 Um, dois, feijão com arroz Rosa Magalhães Bira Havaí
1990 Grupo Especial Langsdorff, delírio na Sapucaí Mário Monteiro Rixxah
1991 Grupo Especial Brasil, Brega e Kitsch Mário Monteiro Rixxah
1992 Grupo Especial Paulicéia Desvairada - 70 anos de Modernismo Mário Monteiro e Chico Spinoza Dominguinhos do Estácio
1993 Grupo Especial A dança da lua Chico Spinoza Dominguinhos do Estácio
1994 13º Grupo Especial S.A.A.R.A....A Estácio chegou no lê lê lê de Alalaô Alexandre Louzada Dominguinhos do Estácio
1995 Grupo Especial Uma vez Flamengo Mário Borriello Dominguinhos do Estácio
1996 10º Grupo Especial De um novo mundo eu sou e uma nova cidade será Sylvio Cunha David do Pandeiro
1997 13º Grupo Especial Através da fumaça, o mágico cheiro do carnaval Max Lopes David do Pandeiro
1998 Grupo A Academia Brasileira de Letras - 100 anos de cultura Sylvio Cunha Edmilton Di Bem
1999 Grupo A No passo do compasso... A Estácio no sapatinho! Fernando Alvarez Edmilton Di Bem
2000 Grupo A Envergo mas não quebro Jorge Cunha e Paulo Trabachinni Nêgo Martins e Talarico
2001 Grupo A E aí, tem patrocínio? Temos: José Jorge Cunha Nêgo Martins
2002 Grupo A Nos braços do povo, na passarela do samba... Cinqüenta anos de O Dia Roberto Szaniecki Serginho do Porto
2003 Grupo A Um banho da natureza - Cachoeiras de Macacu Roberto Szaniecki Serginho do Porto
2004 Grupo A A Estácio é Dez, o Brasil é Mil e a Fome é Zero Sylvio Cunha Serginho do Porto
2005 Grupo B Arte Negra na Legendária Bahia Sylvio Cunha Talarico e Da Latinha
2006 Grupo A Quem é você? Paulo Barros, Sandro Carvalho, Edgley Cunha Talarico
2007 13º Grupo Especial O ti-ti-ti do sapoti Paulo Menezes Anderson Paz
2008 Grupo A A História do Futuro Cid Carvalho Serginho do Porto
2009 Grupo A Que Chita Bacana Cid Carvalho Serginho do Porto
2010 Grupo A Deixa Falar, a Estácio é isso aí. Eu visto esse manto e vou por aí Chico Spinoza e Gebran Smera Serginho do Porto
2011 Grupo A Rosas Marcus Ferreira Leandro Santos
2012 Grupo A Luma de Oliveira: Coração de um país em festa! Marcus Ferreira Leandro Santos
2013 Série A Rildo Hora: A ópera de um menino... No toque do realejo rege o seu destino! Jack Vasconcelos Leandro Santos
2014 Série A Um Rio, a beira mar vento do passado em direção ao futuro Jack Vasconcelos Leandro Santos e Dominguinhos do Estácio
2015 Série A De braços abertos, de janeiro a janeiro. Sorrio, sou o Rio, sou Estácio de Sá! Amauri Santos e Tarcísio Zanon Leandro Santos e Dominguinhos do Estácio
2016 12º Grupo Especial Salve Jorge! O guerreiro na fé Amauri Santos, Tarcísio Zanon, Chico Spinoza Wander Pires
2017 Série A É! O moleque desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu com a Estácio! Tarcísio Zanon e Chico Spinoza Thiago Brito
2018 Série A No pregão da folia, sou comerciante da Alegria. Com a Estácio boto banca na Avenida Tarcísio Zanon Serginho do Porto


Endereço

Avenida Salvador de Sá, 206-208 - Estácio (Rio de Janeiro)
Carregando mapa...

Eventos

  • Ensaios aos Sextas, as 22:00 horas.
  • Feijoada com Samba - A feijoada acontece há alguns sábados de cada mês.

Mais informações

Escolas de samba do Rio de Janeiro 2018
(Resultados)
Campeãs (EspecialSérie A - B - C - D - E) • Discografia (EspecialSérie A - B - C - D - E)
Grupo Especial Domingo Império SerranoSão ClementeVila IsabelParaíso do TuiutiGrande RioMangueiraMocidade
Segunda Unidos da TijucaPortelaUnião da IlhaSalgueiroImperatrizBeija-Flor
Série A Sexta BanguImpério da TijucaSossegoPorto da PedraRenascerEstácio
Sábado AlegriaSanta CruzViradouroRocinhaCubangoInocentesUnidos de Padre Miguel
Série B Terça Vigário GeralPonteArameTradiçãoEm Cima da HoraVargensCabuçuJacarezinhoLins ImperialVizinha FaladeiraEngenho da RainhaCuricica
Série C Segunda ArrancoCaprichososRosa de OuroBoca de SiriSerenoVila KennedyLucasLeãoImpério da UvaUnião de MaricáFavoDifícil é o NomeVila Santa TerezaSanta Marta
Série D Domingo AmarelinhoCosmosImpério RicardenseAboliçãoMocidade de InhaúmaAlegria do VilarChatubaTupyVilla RicaCoroadoArrastãoUnião de JacarepaguáMadureiraFlor da Mina
Série E Sábado II Vaz LoboIndependenteMocidade UnidaRazões de AlmeidaOlariaBoêmiosGatoJardim BanguDendêCampo GrandeEmbaloPetrópolisGonçalenseArrasta PovoJardim RedentorManguinhosFeitiçoMensageirosNação InsulanaColibriMocidade Vicentina
Escolas mirins Aprendizes do SalgueiroEstrelinha da MocidadeFilhos da ÁguiaHerdeiros da VilaImpério do FuturoInfantes do LinsInocentes da CaprichososMangueira do AmanhãMiúda da CabuçuNova Geração do EstácioPimpolhos da Grande RioTijuquinha do Borel
Outras AnilAprendizes de LucasArrastão de São JoãoBarra da TijucaBohêmios da CinelândiaBoi da IlhaCabralCachambiCampinhoCanários das LaranjeirasCapelaChora na RampaCordovilDelírioEmbalo CariocaFoliõesGuaratibaImpério da Zona OesteImperialInfantesMarangáMatriz de São JoãoParaíso da AlvoradaPilaresPraça SecaSacramentoRocha MirandaUnidos do SalgueiroUnidos do ValériaUraiti